Aldeci XavierJornalista, articulista, analista político e empresarial | aldecixavier@gmail.com

Disputa no Senado

Publicado em 02/04/2025 às 00:00.

Pesquisas quando realizadas para a disputa na majoritária acaba sendo mais assertiva do que aquelas que levantam dados na disputa proporcional. A justificativa é que na disputa majoritária o número de candidatos é mais restrito além de que é onde acontece a polarização. É fato de que a análise não se aplica em todos os casos relacionados com a disputa para o Senado. Num contexto geral dependendo do número da candidato é possível um acompanhamento mais de perto. Nesta semana, o instituto Veritá trouxe levantamento para disputa ao Senado em Minas Gerais. Mesmo não tendo bola de cristal entendo que faltam personagens na relação pesquisada com chance real de eleição. A pesquisa traz a prefeita Marilia Campos (PT) de Contagem em primeiro lugar com 11,2%; Senador Rodrigo Pacheco (PSD) 10,3; Eros Biondini (PL) 8% e Alexandre Silveira (7,95%). Na prática, levando em consideração a margem de erro percebemos um empate técnico. 
 
Disputa no Senado-II
Analisando a pesquisa realizada pela Veritá na disputa por uma das duas vagas ao Senado que Minas tem direito percebe que definido no radar somente a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). Integrante da cúpula petista em Minas informou a este jornalista que o partido não tem a intenção de lançar candidata majoritária e definiu pelo nome de Marília para o Senado. Na relação consta o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro Alexandre Silveira (PSD) e nós sabemos que um não disputa o mesmo espaço que o outro independente de partido. Sobrou o deputado Eros Biondini que já manifestou interesse na disputa. Analisando o quadro no geral é possível prever que na relação estará o governador de Minas, Romeu Zema (Novo) que tem chance real de eleição para o Senado e ao mesmo tempo dificuldade de emplacar seu nome na disputa presidencial. 
 
Área do Dnocs
Não é nenhum segredo afirmar que hoje a diretoria do Dnocs em Minas Gerais, com sede em Montes Claros, conta com apenas meia dúzia de funcionários e praticamente as atividades foram resumidas na distribuição de canos e caixa d’água adquiridos através de emendas parlamentares. Diante de tal constatação cabe ao Governo Federal fortalecer aquele departamento ou transferir o escritório para um local menor. Não justifica o escritório local ocupar terreno equivalente a dois quarteirões em pleno centro da cidade. 
 
Aumento da criminalidade
Infelizmente as autoridades governamentais estão assistindo e comportando como fato natural o aumento da criminalidade. O pior é que o problema não está restrito aos grandes centros. Aqui no Norte de Minas, por exemplo, todos os dias estamos assistindo a divulgação diária de vários crimes com vítimas fatal. Olha que não estamos incluindo as mortes por acidente nas rodovias da região.

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