Envoltos em incertezas

Conversa Inteligente / 08/12/2020 - 00h55

Se no primeiro mandato Humberto Souto (Cidadania) assumiu uma prefeitura planejada pelo seu antecessor, Ruy Muniz, e com milhões em caixa da renovação do contrato com a Copasa, transporte público da cidade e milhões da pandemia, no próximo mandato, que começa em janeiro de 2021, vai iniciar sua gestão cheia de incertezas econômicas e políticas... 

Jogo político 
O jogo político em Montes Claros para 2022 começou e passa pela articulação política oposicionista, tendo como principal nome o ex-prefeito Ruy Muniz (Progressistas). A missão agora é construir uma base sólida e consistente para equilibrar o debate político na cidade. 
 
Ciclo político 
Para entender, basta analisar que, aos 86 anos, caminhando para completar 90 anos durante seu novo mandato, o ciclo político do prefeito Humberto Souto caminha para o final. Conhecido pela personalidade narcisista, não formou nenhuma liderança, deixando o processo situacionista aberto.
 
Síndrome da cadeira vazia 
Como o poder não fica vazio? O grupo situacionista não está nem aí com Humberto Souto. As atenções estão mesmo voltadas para o novo vice, Guilherme Guimarães. O poder agora gira em volta dele. Ninguém apoiou Souto. Na verdade, estão tentando captar o poder que venta agora em nova direção. 
 
Deputados excluídos 
Humberto nunca simpatizou com os deputados que gravitaram ao seu redor nesta eleição. Com inúmeros mandatos, o prefeito tem confessado a pessoas próximas que o seu compromisso passa longe de apoiar os tais parlamentares. 
 
Sem Souto 
O medo do grupo situacionista é que, na opinião pessoal de Humberto Souto, ele não tem compromisso com aliados. Sua vitória teria sido mérito individual e absoluto dele. Ocorre que o seu estafe aposta que a idade e a saúde serão os empecilhos, deixando a cadeira do poder vazia.

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