Abertas até quinta-feira (21) as inscrições para o concurso público anual realizado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e Fundação João Pinheiro (FJP) para o preenchimento de 40 vagas da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental. 

A remuneração bruta inicial pode chegar a R$ 5.451,65, considerando o vencimento básico acrescido de 100% da gratificação. As inscrições, no valor de R$ 60, podem ser feitas no site do Instituto Consulplan.

A primeira etapa do concurso, de caráter eliminatório e classifica-tório, consiste na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021, que será realizado em 21 e 28 de novembro. Será eliminado o candidato que não obtiver, no mínimo, 350 pontos em cada uma das provas objetivas do certame e 500 pontos na redação.

A segunda etapa refere-se à habilitação dos classificados na primeira fase. Será convocado para a habilitação quem for classificado e aprovado até o dobro do limite das 40 vagas ofertadas, respeitada a reserva de 10% para pessoas com deficiência, 20% aos autodeclarados negros, 3% aos autodeclarados indígenas e 17% aos que cursaram o ensino médio integralmente na rede pública e têm renda familiar per capita inferior a 1,5 salário mínimo.

A terceira fase demanda a frequência e a conclusão no curso de graduação em Administração Pública da Fundação João Pinheiro, no prazo e nas condições de aproveitamento determinadas pela legislação e regulamentos referentes.
 
OLHO NO PRAZO
Os candidatos deverão realizar a inscrição até as 23h59 de quinta-feira, considerando o horário oficial de Brasília. O Documento de Arrecadação Estadual (DAE) poderá ser pago até 22 de outubro.

O curso de graduação em Administração Pública (Csap) tem duração de quatro anos, com carga horária total de 3.265 horas/aula, ministradas em período integral no campus Pampulha da FJP (Alameda das Acácias, 70 – São Luiz, Belo Horizonte/MG).

Os selecionados ingressarão no primeiro semestre de 2022 e poderão contar com bolsa de estudos mensal correspondente a um salário mínimo, nos termos da legislação vigente à época da matrícula, para os alunos que não sejam servidores públicos de Minas.