Aos poucos o Brasil vem sedimentando seu espaço na indústria de desenvolvimento de games. Volta e meia surgem novas produções como “Oniken”, “Horizon Chase”, “Under Domain” e “Pier Solar”, todos assinados por brasileiros. E para facilitar a vida de quem busca ser um criador de jogos, a Saga, escola especializada na formação de profissionais para o setor, ampliou o portfólio e passa a oferecer três cursos remotos.

Até então a escola, que tem 16 unidades espalhadas pelo país, inclusive em Belo Horizonte, mantinha uma grade apenas nas unidades físicas. A pandemia obrigou a empresa a ampliar as opções e oferecer opções não presenciais, o que faz parte do novo normal.

São cursos com duração entre dois e nove meses, com aulas ao vivo. Ou seja, tem hora para começar e terminar, ao invés de ser aquele formato convencional gravado. Segundo os diretores da escola, a aula ao vivo permite que o aluno possa interagir e tirar dúvidas.

“Nossa nova grade curricular vai seguir priorizando a qualidade do ensino, a interação entre alunos e professores e o preparo dos estudantes para diferentes áreas de atuação profissional dentro da indústria criativa, uma das que mais cresce em todo o mundo”, afirma o fundador e CEO da Saga, Alessandro Bomfim.

Entre as opções está um curso de aperfeiçoamento em Photoshop, que ensina a dominar todas as ferramentas do software da Adobe, assim como o de Ilustração Vetorial e Animação. Esse curso é voltado para quem busca aprender a desenvolver animações em 2D. 
 
GAMEPLAY 
Mas a cereja do bolo é o Gameplay 5.0. Trata-se de um curso com nove meses de duração que ensina o aluno a construir o próprio game. Esse modalidade tem um terço da duração do curso presencial, mas a escola afirma que oferece ao aluno todos os recursos para desenvolver o jogo em todas as etapas. São nove meses com parcelas de R$ 290.

O curso conta com módulos que vão do desenho básico ao roteiro, passando pela modelagem de personagens e a animação. O desenvolvimento do game usa motor gráfico Unreal Engine, um dos mais populares da indústria de jogos, utilizado em produções como “Street Fighter V” e “Injustice 2”, assim como franquias como “Borderlands”, “Splinter Cell” e “Gears of War”. 

Ou seja, dá para fazer um joguinho maneiro sem precisar sair de casa.