A vida do América não tem sido nada fácil na Super Liga Masculina de Vôlei. A equipe de Montes Claros terminou o turno da competição da maneira que começou: com derrota. A equipe do técnico Henrique Furtado não conseguiu parar o Minas na Arena do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, pelo clássico mineiro e perdeu a partida por 3 sets a 0 – parciais de duplo 25/16 e 25/18.

O fator casa e a melhor fase dos minastenistas na competição fizeram a diferença na partida. Com a vitória, o Minas chegou aos 15 pontos e sexta colocação na tabela, enquanto o Coelho continua a luta para sair da penúltima posição com apenas 6 pontos.

O oposto Felipe Moreira Roque, atleta do Minas, foi eleito o melhor em quadra e levou o troféu Viva Vôlei.

O técnico Henrique Furtado fez uma avaliação da partida contra o Minas. “Não jogamos bem e o adversário nos colocou em muitas dificuldades. Foram superiores em todos os fundamentos, principalmente no saque e no ataque. Da nossa parte, fez falta um ataque mais pesado para que pudéssemos igualar a esse grande adversário. Buscamos a vitória o tempo todo, mas não estivemos no nível do nosso adversário esta noite”, lamenta.

Sempre pensando em se recuperar no próximo jogo, o América Vôlei encontra agora outra pedreira, também fora de casa. O time norte-mineiro já embarcou ontem mesmo para o Rio de Janeiro, onde no sábado (11), às 19h, encara o Sesc Rio, no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, com transmissão do Canal Vôlei Brasil. O jogo é válido pela primeira rodada do returno da Superliga.

Henrique Furtado também falou sobre o próximo adversário e a maturidade da equipe. “O Sesc Rio é um adversário duríssimo, com grandes jogadores em todas as posições, dois levantadores de muita qualidade. Vamos aproveitar esses dias até o jogo para estudarmos bastante e fazer boas marcações”, destacou o treinador.

Furtado disse ainda que a equipe precisa subir de nível para que possa igualar o jogo contra os grandes adversários, como o Minas e o Sesc Rio. “Quanto à nossa equipe, trata-se de jogadores muito jovens, que trabalham muito e com uma intensidade muito alta para que possam jogar bem. É um time muito homogêneo e os jogadores estão aprendendo muito entre eles, sem atletas com grandes experiências dentro de quadra. São jovens com vontade muito grande de vencer, com grande potencial”, elogiou o técnico.

Para ele, são atletas que irão crescer e “terão uma trajetória bonita pela frente”.