Acadêmicos do curso de Direito da Funorte ministraram, na manhã desta terça-feira (10), a palestra “Responsabilidades cíveis e criminais contra o patrimônio e mídias sociais” para os alunos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Eloy Pereira.

A palestra faz parte do projeto” Direito e Cidadania ao Alcance de Todos”, realizado pelo Núcleo de Práticas Jurídicas da Funorte.

“Através da solicitação da supervisão da escola, sugerimos um tema que abordasse responsabilidades cíveis e criminais relacionado ao patrimônio e as mídia sociais em relação ao bullying, postagens indevidas em demanda da idade e em função da depredação ao patrimônio da escola”, afirma Kátia Gusmão, coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da instituição. A finalidade, segundo ela, “é conscientizar os alunos com a pegada jovem”.

Segundo Eduardo Vinicius Soares Ferreira, acadêmico do 8º período do curso de Direito, o projeto tem como objetivo principal levar o Núcleo para a comunidade em geral e não ficar somente na instituição.

“Sugerimos palestras e debates com temas importantes e ministramos com o intuito de conscientização.

Eduardo conta que foi escolhido, por vez, o tema “crimes ao patrimônio público que enquadram nos códigos civis”, ressaltando a importância dessa informação ao jovem e também falar dos direitos dos estudantes.
 
PROJETO
A professora orientadora do Núcleo de Práticas Jurídicas, Carolina Nascimento, relata sobre a origem do projeto: “Já tínhamos esse projeto junto a OAB, no qual um grupo de advogados já levava às escolas. Então, notando sua importância, resolvemos trazer novamente, mas com outro foco, que buscamos alcançar também as comunidades carentes com informações pertinentes a cada ambiente”, explica a professora.

Para Débora Evelin Oliveira, aluna do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Eloy Pereira, que pretende cursar Direito, a palestra foi incrível. “Eu adorei muito! Meus colegas me disseram que levo jeito para o curso porque gosto muito de estudar e saber o porquê das coisas, de história e afins. Saí daqui mais inspirada em seguir a carreira que quero”, conclui Débora.