Estamos assistindo nas redes sociais todo tipo de informação relacionada com a proposta do presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda de retirar do deputado federal Marcelo Freitas a direção da agremiação em Minas e entregar para o também deputado federal, Rodrigo de Castro, de forma a permitir a chegada do senador Rodrigo Pacheco que será o candidato da esquerda ao Governo de Minas. É fato de que tal movimentação vai acontecer, mas só depende de Freitas. É que o União Brasil em Minas Gerais é diretório e o mandato da atual diretoria só vai vencer em 27 de outubro quando já aconteceu o pleito eleitoral.
Vai negociar
Na novela envolvendo mudança na direção do União Brasil para permitir a chegada do senador Rodrigo Pacheco, que será o candidato da esquerda ao Governo de Minas, a coluna apurou que apesar do mandato da atual direção só vencer após as eleições (27 de outubro), o deputado Marcelo de Freitas já avisou que “ não vai colocar o pé no barranco”. Como já fez uma série de compromissos com pré-candidatos, que tinha a pretensão de levar para a agremiação, ele vai negociar estrutura para estas pessoas, mesmo que estejam fora do UB. Freitas sabe que na atual conjuntura se enfrentar o sistema tem mais a perder e segundo é que não teria paz para tocar sua campanha.
Visita de Zema
Antigamente quando um chefe de Estado comparecia a um município em visita oficial na programação constava na agenda anúncios de benefícios. Hoje não existe qualquer tipo de critério e basta estar com a agenda vazia. Aliás, ninguém fica sabendo quando isto acontece. Agora mesmo o governador de Minas, Romeu Zema (Novo) divulgou para meia dúzia de convidado que estará em Montes Claros na manhã desta quinta-feira, para visitar a UBS Bela Paisagem, no bairro Eldorado, e às 12:30 participar de almoço com prefeitos e lideranças em churrascaria próximo ao Aeroporto. O assunto nem merece aprofundar nos comentários. Aliás, ele poderia aproveitar para anunciar a aprovação do traçado do Anel Rodoviário Norte, entre a Estrada da Produção e a BR-135, próximo a fábrica de cimento. Há quase três anos o Estado senta em cima do projeto e não libera.
Onde anda Pimentel
Vira e mexe uma pessoa pergunta para este jornalista onde anda o ex-governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), que fez uma administração desastrosa no Estado e desistiu de voltar às urnas, ao mesmo tempo em que o seu partido também decidiu mantê-lo afastado do palanque da agremiação. Pimentel desde o início da administração do presidente Lula(PT) foi nomeado presidente da Empresa Gestora de Ativos ( Emgea), estatal vinculada ao Ministério da Fazenda. Aliás, recentemente ele contratou para fazer parte dos quadros da empresa Adhemar Palocci, irmão do ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci. Pimentel tem salário em torno de R$ 50 mil e Adhemar valor próximo.
