O presidente da Assembleia Legislativa de Minas, Tadeuzinho Leite (MDB) continua pautando o principal assunto político daquela casa. O foco tem sido em relação a sua desistência da cena política partidária. Ontem (4) durante reunião extraordinária convocada para às 10 horas ele teve o seu nome aprovado por unanimidade para assumir cadeira como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG). A informação que corre nos corredores da Assembleia é de que ele deve cumprir o mandato antes de compor a corte.
Quem assume a vaga
Num primeiro momento todos estão imaginando que a vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas, deputada Leninha (PT) deve assumir nos próximos meses a presidência daquela casa com a eleição e posse do deputado estadual Tadeuzinho Leite (MDB). Primeiro que procede a informação que Leite vai cumprir todo seu mandato. Entretanto, a regra é a seguinte: Caso ele renuncie até 30 de novembro, a deputada Leninha assume a presidência até realizar nova eleição para a direção da mesa. Se sair após 30 de novembro a vice assume definitivamente até 31 de janeiro de 2027.
De olho no prazo
É preciso que os interessados em ser candidato nas eleições deste ano fiquem atentos para o prazo final de filiação ou troca de partido. Vale lembrar que a mudança partidária deverá acontecer até o dia 2 de abril, ou seja, a menos de um mês.
Lei Eleitoral
Aquele ditado que diz: “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come” mostra o retrato das mexidas na nossa legislação eleitoral que em nenhum momento retrata o pensamento e o desejo da população. Por um lado, o Congresso Nacional foge da sua responsabilidade e quando resolve mexer na legislação o único objetivo é promover mudanças que blinda e favorece os parlamentares e não a população. Já o Tribunal Superior Eleitoral, diante da omissão dos parlamentares, promove mudanças que entende favorecem o processo. O certo é que nos dois casos o eleitor tem o direito apenas de assistir e aceitar as mudanças.
Pão e Circo
Existe um ditado popular que diz que se você quer agradar o eleitor forneça para ele “pão ou circo”. No caso específico da nossa região, é fácil perceber que a maioria dos prefeitos estão preferindo dar circo. Pensando do ponto de vista eleitoral o benefício é apenas momentâneo, pois na hora de enfrentar as urnas a avaliação do eleitor é outra. Um outro problema é que muitos poderão estar enveredando para uma estrada que amanhã terão que prestar conta e explicar para o Tribunal de Contas, seja do estado, seja da federação, dependendo da origem do dinheiro investido.
Partidos políticos
A maioria dos partidos políticos em Montes Claros estão com sua comissão provisória vencida. Estamos levantando a situação de cada um para mostrar aos leitores. Aguardem.
