Aldeci XavierJornalista, articulista, analista político e empresarial | aldecixavier@gmail.com

Independência ou morte

Publicado em 09/09/2022 às 00:30.

Ao proclamar a independência do Brasil de Portugal, Dom Pedro II proferiu a frase “Independência ou morte”. No momento em que comemoramos o bicentenário da referida conquista, percebo que a frase está mais atual do que nunca, sendo que a diferença é que hoje não somos refém de Portugal, mas de um Congresso que se acovarda e permite que a nossa Constituição seja comparada e usada como se fosse um papel higiênico.
 
7 de setembro
Não tenho dúvidas de que 7 de setembro continuará sendo o principal assunto da mídia. Infelizmente, tentam levar o assunto para o campo político, alimentado por uma imprensa militante que entende que “uma moeda só tem um lado”. Chega a ser nojento a interpretação do que é democracia e o que é liberdade de expressão. Agem como se o eleitor fosse um imbecil, sem capacidade para escolher o que é melhor para ele e para seu país. Sou de opinião que a data era propícia para que todos os postulantes a cargo eletivo, em 2 de outubro, pudessem manifestar com mensagem de paz e esperança para o povo brasileiro.
 
Manifestações de paz
Montes Claros seguiu os passos de outras cidades, onde a paz reinou nas comemorações de 7 de setembro. A grande novidade foi a presença do prefeito Humberto Souto que participou da abertura, que é a revista da tropa, junto com autoridades militares. Em seguida, voltou para sua residência. Outro fato que chamou a atenção foi a organização e a evolução das fanfarras.
 
Viva a miséria
Até quando a miséria continuará sendo a principal bandeira de campanha dos nossos políticos? O discurso evidencia que parte deles alimenta a crença de que as famílias carentes, consideradas classes D e E, votam com a barriga e não com a cabeça. De mais a mais, ficamos tristes em perceber que os ataques aos adversários, sejam de direita ou de esquerda, é o que vem alimentando os programas eleitorais no rádio e na TV. Falta proposta e comprometimento com a população.
 
Falta de opção
Leitor perguntou a este jornalista qual seria a semelhança das eleições de 2018 e a deste ano em Minas. A única resposta que encontrei foi falta de opção, principalmente para o Senado. Continua valendo a máxima: “Se não tem tu, vai tu mesmo.
 
Religião e política
Estão tentando nos convencer de que não podemos misturar política com religião. A única verdade sobre estes assuntos é que não devemos discuti-los, já que são escolhas e definições pessoais. Entendo que cabe aos nossos líderes religiosos nos orientar e mostrar, baseado no Evangelho, quais as propostas, missões e comportamento dos nossos candidatos agradam ao criador. Essa é minha opinião como homem temente a Deus.

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