Tinha feito compromisso com uma fonte de que aguardava um segundo momento para falar da eleição para a reitoria da Unimontes, que acontece neste final de ano. Como o assunto já chegou às redes sociais através do companheiro jornalista Benedito Said. Trago informações exclusivas aos leitores. A primeira é de que normalmente a eleição acontece no mês de novembro, mas a atual reitoria marcou a eleição para o dia 9 de setembro, ou seja antes das eleições estaduais. Entretanto, é fato de que além do professor Wagner e o vice Dálton Caldeira, estarão envolvidos na disputa o professor Antônio Avilmar e a professora Ilva. Aliás, fonte da capital garantiu à coluna de que o governador Mateus Simões só vai fazer a escolha na lista tríplice após as eleições e tudo vai depender do que for produzido nas urnas no pleito estadual.
Chapas indefinidas
Infelizmente nas eleições no Estado este ano estamos convivendo com situação jamais imaginada. Até agora não temos nenhuma chapa na disputa majoritária definida. Se não bastasse, a incerteza está alojada tanto na embarcação da direita como da esquerda, o que tem nos impedido de fazer uma leitura mais ampla do processo. A incerteza está principalmente na confusão criada em torno da escolha do candidato a vice-governador e ao senado.
Candidatura fake news
Tenho visto órgãos e integrantes da imprensa divulgarem candidaturas ao governo do Estado e ao Senado sem qualquer consistência. São nomes que aparecem principalmente em partidos nanicos sem qualquer visibilidade e projeção política. Insistem em lançar candidatura apenas para compor cenário, ou para fazer o papel de camarão para proteger candidatos na disputa presidencial.
Chapa incompleta
Para não ficar a ideia de que a pretensão deste jornalista é prejudicar este ou aquele partido e consequentemente seus candidatos na região. Limitarei apenas em trazer a informação sem citar o partido, mas sabendo de que quando iniciar a campanha eleitoral assistiremos partido até então tido como estruturado apresentar chapa com nomes sem chances inclusive de disputar vaga para vereador. A estratégia é lançar chapa completa com nomes sem expressão na tentativa de após o prazo das convenções ter chance de substituí-los. Aliás, a dificuldade principal tem sido especialmente em encontrar mulheres candidatas.
Como assim?
Confesso que não conseguir entender as declarações a imprensa do presidente do PDT em Minas, deputado federal Mário Heringer, que garantiu que o partido cumprirá acordo nacional para apoiar a reeleição de Lula (PT), mas que o candidato ao Governo de Minas, Kalil não estará no palanque petista. Mas a propaganda da candidatura de Lula (PT) vai aparecer onde? Nas aparições dos candidatos na proporcional? Fala aí...
