Na quinta noite de lançamentos, dia 11 de abril no 5° FLAM – Festival Literário do Autor Montes-clarense, foi lançado meu quinto livro “Impressões Políticas de uma Militante”. Nele falo de vivências, experiências políticas, ações e consequências delas, próximas a mim. E se não estão próximas, vou ao noticiário.
Frequento a mídia progressista, assiduamente. Gosto dos argumentos, linguagem e oratória de comentaristas políticos Brasil afora. Esse contato diário me faz bem e traz conhecimentos sobre o setor econômico, judiciário, diplomático e geopolítico, temas nos quais engatinho.
Vejo a mídia hegemônica, dominante, hereditária, e nela utilizo filtros e avalio o que me chega, verificando seu viés ideológico ao transformar o fato e lhe dar roupagem vocabular, com entrevistados defensores da vertente que a interessa. Desde os tempos da Veja, que eu lia de capa a capa por mais de 30 anos, abandonando-a quando se tornou um panfleto, uso desse estratagema para escapulir de escritos tendenciosos e doutrinação embutidos na notícia. Para ler opinião, há os Editoriais e cronistas.
Entre as mídias presentes no YouTube, vejo Brasil 247 – bem governista; Reinaldo Azevedo no Band TV, uma incógnita, ora governista, ora crítico; Uol News, bem direita, ligada à Folha de São Paulo; Bemvindo Sequeira, comunista e umbandista; Galãs Feios – para rir um pouco, entre as análises políticas, por vezes criticando o Governo.
As fontes de informação não me moldam. Mais fácil eu as moldar, mentalmente, ainda que admire inteligências e linguajar estéticos. Treinei meu livre pensar até mesmo com a publicidade, que não me toca.
Em Impressões Políticas sou tão incisiva quanto na vida real, e ali defendo as pautas de esquerda, com suas políticas públicas construtoras do bem estar social, presentes nos países desenvolvidos e que aqui têm dificuldade para ser implantadas.
Impressões Políticas leva-me ao passado ao falar do interesse de minha mãe Milena pela política, ela que nasceu apenas dois anos após a conquista do sufrágio universal e adorava votar.
Falo das campanhas políticas presidenciais, cito fatos da política estadual e também de pleitos municipais. Critico a mim e a minha inocência, quando me refiro à descoberta das ações da Ditadura Militar, tudo publicado e do conhecimento de quem quer saber.
O progressista que defende o humanismo, oportunidades iguais para todos, respeito e acolhimento ao próximo, haverá de gostar do livro.
Assistencialismo é ação fugaz, enquanto a promoção de políticas públicas ao providenciar leis protetivas duradouras, ajudará a pessoa até quando mais delas não precisar.
Agrada-me a melhora de vida ofertada pelos governos de esquerda e lamento as perdas acontecidas no governo anterior que tinha como objetivo desmontar direitos conquistados.
Em geral a Economia cresce, há pleno emprego, inflação e dólar sob controle. Reimplantam-se indústrias. Precisa melhorar, mas o caminho está aberto. É segui-lo. Estou gostando das entregas do Governo Lula III!
