Montes Claros vive um fenômeno político curioso — e preocupante. Ao completarmos o ciclo de dois anos da gestão Guilherme Guimarães, o que vemos nas ruas não é o entusiasmo de um projeto em ascensão, mas o silêncio desconfortável de uma administração “sem sal”.Não se trata apenas de uma questão de estilo. Na gestão pública, a falta de “tempero” significa a ausência de uma identidade própria que conecte o poder público às dores reais da população. Enquanto a máquina administrativa parece rodar no automático o cidadão de Montes Claros sente o vácuo de uma liderança que não tem “cara”.?O desgaste não surge do nada. Ele é construído no cotidiano, na conta que não fecha e na expectativa que não é atendida.
Falta tempero II
A gestão do prefeito Guilherme Guimarães em Montes Claros atravessa, neste momento, um cenário de desgaste político e críticas crescentes da população, especialmente ao completar o que seria o ciclo de consolidação dos seus primeiros dois anos de administração.A percepção de parte da população e de analistas políticos locais, apontam para um distanciamento entre o marketing institucional da Prefeitura e as necessidades cotidianas dos cidadãos.
Sem plano
O PL ainda não traçou um plano claro para a disputa pelo governo de Minas Gerais. Com a convenção estadual da sigla marcada para o dia 23, o partido tem como objetivo utilizar as próximas semanas para intensificar os debates sobre o tema.
Recorde
As exportações brasileiras de carne bovina atingiram níveis recordes no primeiro semestre de 2026, totalizando 1,705 milhão de toneladas embarcadas e US$ 9,85 bilhões em receita, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), citando dados oficiais do governo.
