Will Nuneswillonorte@gmail.com

Saúde: dor que se espera na fila I

Publicado em 26/08/2026 às 23:00.

Falar sobre a saúde pública em Montes Claros-MG é, infelizmente, tocar em uma ferida aberta que teima em não cicatrizar. Enquanto discursos oficiais celebram  inaugurações em solenidades distantes da realidade, o cotidiano da população montes-clarense nos postos e unidades de atendimento revela um cenário de exaustão. A saúde municipal no governo Guilherme Guimarães tornou-se o maior gargalo crônico da sua gestão  — um problema de proporções endêmicas que a atual administração demostra falta de eficiência ou competência para resolver, já que falta de recursos não é. Só neste ano a  previsão bilionárias do  orçamento total do município é de $ 3.036.017.302,53, considerando os recursos das autarquias e empresas públicas do município.

Saúde: dor que se espera na fila II
A resposta padrão do governo municipal de Montes Claros-MG diante das cobranças costuma ser um coro repetitivo: a culpa é da escassez de repasses federais, da alta demanda ou da complexidade do sistema. Embora o subfinanciamento crônico da saúde seja uma realidade nacional inegável, ele não pode continuar servindo de biombo para encobrir a falta de gestão eficiente, que causa  desperdício de recursos e a falta de prioridade política.Muitas vezes, o que falta não é apenas dinheiro, mas gestão de pessoas, logística eficiente na distribuição de medicamentos, valorização dos profissionais da ponta e, sobretudo, vontade de resolver o problema real do cidadão.

Esqueletos urbanos
Em Montes Claros-MG, o governo Guilherme Guimarães faz uma grande propaganda de suas obras, mas uma simples volta pelos bairros da cidade revela que varios projetos anunciados com pompa e promessas de modernização não passam de esqueletos urbanos.

Novo salário 
O governo federal projetou o salário mínimo em R$ 1.741 para 2027. O reajuste altera não apenas o valor recebido por trabalhadores que ganham o piso, mas também uma série de benefícios e despesas do governo federal vinculadas ao salário mínimo.

Adiamento : ônibus por aplicativos 
A ministra Cármen Lúcia sugeriu adiar o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da lei de Minas Gerais que restringe o fretamento de ônibus por aplicativos, como a Buser. Além disso, a relatora determinou a abertura de prazo para que as partes que defendem a norma apresentem contrarrazões.

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