No Norte de Minas, a traição política ganha contornos ainda mais dramáticos quando algumas lideranças locais viram as costas para a própria região para apoiar "forasteiros" em troca de verbas ou promessas de poder.
Deslealdade II
Enquanto algumas lideranças na região norte-mineira insistem em entregar o capital eleitoral de bandeja para quem só aparece por aqui de quatro em quatro anos para colher votos e sumir. É mercantilização da confiança de uma população que já sofre com o esquecimento histórico. No fim, o político que apoia nome de fora comete o ato de lesa-pátria regional, trocando o desenvolvimento do Norte de Minas por migalhas, deixando o cidadão com a conta da traição e o gosto amargo do abandono.
Marcha dos prefeitos
Entre os dias 18 e 21 de maio, a capital federal será palco da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O evento, que ocorrerá no Centro Internacional do Brasil (CICB), terá o apoio da Associação Mineira de Municípios (AMM), que estimula a participação dos gestores municipais. Mais de 10 mil gestores municipais já garantiram presença na Marcha, que contará com a participação de líderes políticos, incluindo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A programação do palco principal incluirá uma sabatina com os pré-candidatos à presidência da República.
Recursos
Conforme previsto pelo Calendário Eleitoral, desde da última sexta-feira (15/5), os pré-candidatos já podem começar a arrecadar recursos na modalidade de financiamento coletivo para as Eleições Gerais de 2026. A liberação dos valores é condicionada ao registro da candidatura, à obtenção do CNPJ da campanha e à abertura de conta bancária.
Jornada de trabalho I
A semana no Legislativo e em órgãos ligados aos Três Poderes está prestes a começar com uma agenda repleta de mudanças. O relator da PEC 6 X 1, Leo Prates, apresentará o relatório final que define a jornada de trabalho em 40 horas semanais, com folgas remuneradas. Isso é apenas o começo, pois normas específicas serão estabelecidas por meio de projetos de lei complementar. Além disso, o texto também prevê a prevalência de acordos coletivos.
Jornada de trabalho II
No Senado, a mudança mais significativa será da escala 6×1 para a 5×2, garantindo ao menos dois dias de folga para o trabalhador por semana. A jornada semanal deve cair de 44 para 40 horas.
