clima político realmente esquentou em Montes Claros neste último fim de semana! A presença de figuras de peso no cenário estadual, como a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), pré-candidata ao Senado e os pré-candidatos ao governo de Minas: Jarbas Soares Júnior (PSB) e Gabriel Azevedo (MDB) movimentando os bastidores.
O encontro, ocorrido no sábado (27/06), foi interpretado por analistas como uma articulação estratégica para fortalecer a ideia de uma frente ampla em Minas Gerais. A agenda conjunta explicitou a tentativa de preservar e costurar uma unidade entre partidos como PT, MDB e PSB para o pleito de 2026.
Caldeirão fervendo II
O "Antídoto" de Marília: Marília Campos, que hoje é pré-candidata ao Senado, tem utilizado encontros como um contraponto à pressão interna do PT para que ela encabece a chapa ao Governo de Minas. Ela tem sinalizado, inclusive em conversas reservadas, que prefere manter sua candidatura ao Senado.
Força política
A escolha de Montes Claros, um polo fundamental no Norte de Minas, para esse ato político reforça a importância que a região tem na contagem de votos e na influência política para qualquer projeto estadual.Este movimento parece ser o início de um intenso período de convenções e definições de alianças que se desenrolará ao longo de julho.
Receio da direita
O PL teme que uma nova candidatura da direita possa criar uma brecha para a vitória da esquerda na disputa pelo governo de Minas, e por isso está esperando pelo senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Segundo Domingos Sávio, pré-candidato ao Senado e secretário-geral da legenda em Minas, a entrada de um terceiro nome do campo conservador poderia favorecer o PT nas eleições de outubro, especialmente considerando que o governador Mateus Simões (PSD) já está na disputa.
Amnésia I
A maioria dos brasileiros não lembra o nome de nenhum parlamentar em exercício no Congresso Nacional, segundo levantamento Datafolha divulgado pela Folha de S.Paulo. A pesquisa mostra que 68% dos entrevistados não souberam ou não conseguiram citar um deputado federal, enquanto 75% não mencionaram nenhum senador.
Amnésia II
De acordo com o Datafolha, a baixa lembrança também aparece quando os eleitores são questionados sobre o voto dado nas eleições de 2022. Entre os entrevistados aptos a votar naquele ano, 67% afirmaram não se recordar em quem votaram para deputado federal, e 66% disseram o mesmo sobre suas escolhas para senador e deputado estadual.
