Hoje alguns líderes religiosos estão usando o povo como massa de manobra para projetos de poder. Misturando fé, política e poder. A minoria no topo lucra com a cegueira de uma multidão fervorosa.
A desordem social é alimentada por pautas que dividem "santos" e "pecadores".
O fanatismo cego impede o diálogo e a construção de uma nação plural.
Explora-se a esperança do povo para consolidar impérios financeiros.
A política da fé, quando manipulada, serve apenas a quem dita a exploração da consciência popular.
A política invadiu os púlpitos II
O ódio disfarçado de religião rompe os laços de fraternidade humana.
Intrigas familiares surgem quando o dogma se sobrepõe ao afeto.
A manipulação cria barreiras intransponíveis entre crenças diferentes.
O fanático ignora a dor do próximo em nome de uma pureza inexistente.
A verdadeira espiritualidade é sufocada pelo barulho da intolerância.
Superar o extremismo exige resgatar o humanismo acima de qualquer rito.
Decisão
Em uma resolução divulgada no último sábado (30), o PT oficializou a abertura de conversas para uma candidatura própria ao governo de Minas Gerais. O partido considera "inadmissível" depender de nomes externos para liderar o palanque local do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente em um momento tão avançado do ano, maio de 2026. Mas, nos bastidores o presidente nacional da legenda Edinho Silva mantém diálogo aberto com o pré-candidato ao governo de Minas, Alexandre Kalil (PDT).
Candidatura própria
A decisão do senador Rodrigo Pacheco de não concorrer ao governo de Minas Gerais, anunciada nesta sexta-feira abriu as discussões internas para definir novas diretrizes. Reunião foi marcada nesta terça-feira (2) para discutir o tema. O partido ainda aposta em candidatura própria ao governo de Minas.
