O Parque Estadual da Lapa Grande comemora seu aniversário amanhã (10 de janeiro), com uma programação especial voltada ao lazer, à educação ambiental e contato com a natureza. Para marcar a data, a administração do parque anunciou entrada gratuita a partir do dia 2 de janeiro de 2026. O acesso será limitado a 400 visitantes por dia, sem necessidade de agendamento prévio. Entre os destaques da comemoração está a abertura especial de trilhas em formato autoguiado. Excepcionalmente, trilhas que normalmente exigem acompanhamento de guia estarão liberadas ao público. Os visitantes poderão conhecer o Mirante dos Lapiás, a Gruta Cosme e Damião e o Abrigo da Lapa Pintada. Outra atração é a Trilha do Abrigo do Lagarto, realizada com condutores do próprio parque. Essa atividade acontecerá aos sábados e domingos, sempre às 9h30. As vagas são limitadas a 20 pessoas por grupo, com participação por ordem de chegada. Também foi lançada a campanha "Eu Faço Parte Desta História".
Para participar, basta postar uma foto no parque nos stories e marcar o perfil oficial do Parque Estadual da Lapa Grande.
As cinco fotos mais curtidas e que gerarem mais seguidores ganharão brindes personalizados. A campanha é válida de 2 a 30 de janeiro de 2026. Os vencedores serão informados por mensagem direta na primeira semana de fevereiro. O parque permanecerá aberto todos os dias até 31 de janeiro, convidando o público a celebrar a natureza e a história do local.
Taxação de corridas de rua gera polêmica e revolta atletas e organizadores
A possibilidade de cobrança de taxas entre R$ 750 e R$ 4,5 mil para a realização de corridas de rua a partir de 2026 tem causado indignação no meio esportivo. A medida, anunciada por uma federação estadual, vem sendo divulgada de forma distorcida como se fosse uma regra nacional. Mesmo limitada a um estado, a iniciativa é vista como um duro golpe contra o esporte amador.
Corridas de rua são, em sua maioria, eventos populares, de incentivo à saúde e à qualidade de vida. Impor taxas elevadas pode inviabilizar provas pequenas e comunitárias. Na prática, quem paga a conta são os atletas, com inscrições mais caras. O esporte, que deveria ser estimulado pelo poder público, acaba sendo tratado como fonte de arrecadação. A decisão ignora a realidade financeira de organizadores independentes. Também desestimula projetos sociais e eventos beneficentes. Especialistas alertam para o risco de queda no número de provas. Além disso, não há transparência clara sobre a destinação desses valores. A medida contraria o discurso de promoção do esporte e da saúde. Para muitos, trata-se de uma atitude desproporcional e injustificável do Estado.
Consórcio Intermunicipal fortalece turismo na Cordilheira do Espinhaço
A Cordilheira do Espinhaço, considerada um dos maiores patrimônios naturais e culturais do Brasil, avança na organização do seu potencial turístico. No dia 9 de dezembro, foi oficialmente criado o Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Turístico da Cordilheira do Espinhaço (Cidetur). A iniciativa reúne os municípios de Botumirim, Bocaiúva, Cristália, Grão Mogol, Itacambira e Turmalina. O objetivo é unir forças para divulgar melhor a região e estruturar seus destinos turísticos. O prefeito de Botumirim, Éder Leandro Rios, foi eleito presidente do consórcio. Já a vice-presidência ficou com o prefeito de Grão Mogol, Diêgo Antônio Braga Fagundes. O Conselho Fiscal será formado pelos prefeitos de Bocaiúva, Turmalina e Itacambira. A reunião de criação foi coordenada por Ítalo Mendes, secretário de Turismo de Grão Mogol. Nos primeiros passos, a prioridade será buscar recursos para promover os atrativos da região. A médio prazo, o consórcio pretende receber novos municípios. Segundo os gestores, o turismo é um dos setores que mais gera emprego e renda. A proposta é apoiar tanto pequenos quanto grandes empreendedores.
O consórcio também quer valorizar as tradições locais. E preservar a natureza exuberante que torna a Cordilheira do Espinhaço única no Brasil.



