Uma tarde de sábado

Vitrine Literária / 24/07/2021 - 07h02

Incumbiu-me a ilustre escritora deste livro, a prima Elzita Ladeia Teixeira, para que eu fizesse o posfácio para a sua obra, no propósito consuetudinário de homenagear o seu eminente prefaciador, o saudoso confrade Leonardo Álvares da Silva Campos, “num momento final de transição desta vida para uma próxima além desta”. 

Na espiritualidade, entendemos que a morte por completo nunca se realiza, até porque não se morre junto ao corpo, haja vista que o organismo voltará à natureza, pois será restituído à terra com todos os elementos que recebemos para o bem viver, entretanto, o espírito jamais terá fim.

Sabedor desta condição espiritual, o doutor Leonardo Campos, ao assentar as suas considerações para a obra referida, numa tarde soalheira de sábado, de tal maneira elevou a sua inspiração “na medida em que os personagens da obra vão se desvencilhando do materialismo terreno, concomitantemente se descortinando para cada um sua respectiva missão do bem, trazendo a todos momentos reiterados de felicidade, harmonia e paz interior, mormente pela jornada trilhada a contento”. 

A disseminação do bem comum sempre foi o tema central das obras de Elzita Teixeira, argumento absorvido com louvor nas sábias palavras do seu prefaciador.

O livro, “Uma Tarde de Sábado”, que o prezado leitor acabou de ler, certamente que traz várias lições de vida, numa vivência harmoniosa entre familiares, amigos e conhecidos. Isso, porque, acredita-se que os instrumentos materiais não são necessários para o desencaixe espiritual, senão o estado místico em que se encontra a parte imaterial do ser humano. A história de Elzita Teixeira nos emociona sobremaneira, pelo exemplo, pela dedicação e pela fé consultada no seio daquela gente de alma bondosa, no trato dos sentimentos alheiros. 

Não seria outra a orientação vitoriosa de Leonardo Campos, no desencarnar desta vida para o reluzir de outra, na leitura de “Uma Tarde de Sábado”. Pode-se dizer que, ao final da leitura, a sua alma extasiava dos dias mais felizes, com promessas animadoras, antecedendo a sua viagem para o outro lado da vida.

Caríssimo Leonardo Álvares da Silva Campos, fica agora uma imensa saudade de você, do seu elóquio e dos seus embates realizados no Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros, entidade da qual a escritora Elzita Teixeira também faz parte.

Você se foi, silenciosamente, mas os seus profícuos conhecimentos ficaram para sempre viventes na memória de todos os nossos associados. Descanse em paz!

Elzita Ladeia Teixeira, mais uma vez estamos felizes com a sua criação literária. Um belíssimo livro que, por si só, será o encanto da vida e o amparo do amor, da caridade e da cristandade, nos ensinamentos de filho do Deus: Jesus Cristo. O Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros sente-se muito honrado de tê-la nos quadros de associados efetivos. Parabéns e sucesso! 

Não seria outra a orientação vitoriosa de Leonardo Campos,no desencarnar desta vida para o reluzir de outra, na leitura de “Uma Tarde de Sábado”. Pode-se dizer que, ao final da leitura, a sua alma extasiava dos dias mais felizes, com promessas animadoras, antecedendo a sua viagem para o outro lado da vida

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