Reencontro em Taiobeiras

Preto no Branco / 26/09/2020 - 02h17

Nas eleições deste ano, entre as curiosidades, estão os apoios ao candidato à Prefeitura de Taiobeiras Demerval Germano (PSDB). É que em setembro de 2013, na condição de ex-prefeito, ele foi pego às 6h, em sua residência, pela Polícia Federal, na chamada condução coercitiva, para prestar depoimento em Montes Claros. Na ocasião, o delegado Regional da PF que determinou a condução era o hoje deputado federal Marcelo Freitas. Nas eleições deste ano, os dois voltam a se encontrar. Desta vez, o delegado aparece como apoiador da candidatura de Demerval, inclusive já tendo gravado e divulgado vídeo nas redes sociais.

PT/PC do B
A novela envolvendo a coligação PT/PC do B chegou ao seu capítulo final. O deputado federal Paulo Guedes (PT) reuniu os dois grupos e bateu o martelo. Na decisão, Lourival Soares, o Loro Ribeiro, retirou sua candidatura a vice-prefeito na chapa, prevalecendo chapa puro-sangue com Leninha e Sued. Foi feita apenas uma retificação na ata comunista.
 
Caso de polícia
Havia a expectativa de que o curso de formação de soldado da Polícia Militar em Montes Claros, que aprovou 136 jovens e abriu neste primeiro momento 90 vagas, teria início neste 1º de outubro, mas foi transferido para 3 de novembro. Dependendo da necessidade, poderá haver aumento no número de vagas, dentro do quadro de aprovados.
 
Cidade Administrativa
A Prefeitura de Montes Claros inaugurou oficialmente o prédio da Cidade Administrativa, na avenida Governador Magalhães Pinto, no início de agosto, com a promessa de que, de imediato, seriam transferidas para o local as secretarias instaladas em prédios alugados, a exemplo de Saúde e Desenvolvimento Social, além da Secretaria de Educação. Depois de quase dois meses, tudo continua como antes. A prefeitura continua pagando despesas do novo prédio, que continua fechado e, ao mesmo tempo, pagando pelo aluguel de prédio particular.
 
Vereadores à deriva
O desenho da campanha política em Montes Claros mostra que, na prática, o resultado da coligação na majoritária terá como resultado básico o tempo de rádio e TV. É que, antes da deflagração do processo, já tem candidatos a vereador “atravessando a rua”, indo em busca de ajuda financeira para tocar o projeto. Já era previsto que durante a campanha candidatos a uma cadeira no Legislativo dificilmente estariam dispostos a “balançar bandeira” apenas pelos “olhos verdes” do candidato na majoritária, escolhido pelo seu partido.

Publicidade
Publicidade
Comentários