OAB estadual

Preto no Branco / 15/10/2021 - 00h59

Na coluna de ontem comentamos sobre as movimentações em torno da eleição da 11ª Subseção Montes Claros da Ordem dos Advogados do Brasil. Hoje o comentário é em relação à disputa estadual, envolvendo o advogado Luiz Cláudio Chaves, que já presidiu a entidade em duas oportunidade, e o ex-tesoureiro, Sérgio Leonardo. Conforme apurou a coluna, ainda não é possível cravar um resultado, mas aparentemente o advogado Sérgio parece ter avançado mais, uma vez que vem tendo apoio das principais cidades do Estado, com exceção de Montes Claros e Uberaba, que continuam em aberto.

Eleitor desmotivado
Pesquisas de consumo interno que vêm sendo realizadas por partidos políticos e pré-candidatos na majoritária em Minas mostram de forma clara que o eleitor está totalmente desmotivado, sem interesse de se envolver no processo. Os índices chegam a atingir mais de 60%. Além das atenções estarem voltadas para a pandemia da Covid-19,os ataques pessoais, na TV e nas redes sociais, têm afetado o interesse do eleitor pelo assunto.
 
Rodrigo Pacheco
Não é nenhum segredo afirmar que o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG) vem perdendo o controle das ações, o que poderá afetar seu projeto pessoal de buscar espaço para concorrer à presidência da República em 2022. Entre os diversos desgastes está a decisão do presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (DEM-AP), de não colocar em pauta a sabatina do advogado André Mendonça, indicado para STF. Todos querem saber o que está por trás de todo o enredo.
 
Candidatos paraquedistas
Entidades de classe de Montes Claros ensaiaram campanha visando a valorização dos candidatos do Norte de Minas na disputa proporcional. O que percebemos é que falta entusiasmo e falta envolvimento dos interessados. A este respeito, desde o ano passado tenho afirmado que mais uma vez a região ficará com baixa representatividade na Câmara Federal. Os chamados candidatos paraquedistas já tomaram os espaço e devem levar quase a totalidade dos mais de um milhão de votos da região.
 
Novela faz-de-conta
Até agora não me convenceram os ataques pessoais nas redes sociais entre Ciro Gomes, Lula e Dilma. Na gíria popular, todos nós sabemos que são “ farinha do mesmo saco”, ou seja, alimentam o mesmo projeto político. Fica evidente que o objetivo é colocar o nome na mídia, já que a tendência é ficarem na mesma embarcação no caso de um segundo turno. A tentativa de polarização entre eles a mim não convence.
 
Em busca de vaga
Com a confirmação do fim da coligação na proporcional e a regra para o quociente eleitoral para as eleições de 2022, vários nomes que estão se apresentando como pré-candidatos a deputado estadual só terão espaço se convencerem a agremiação de que estão em condições de ter votação expressiva.

Publicidade
Publicidade
Comentários