Jogo de Azar

Preto no Branco / 16/10/2021 - 00h21

Pelo andar da carruagem, tudo indica que o Congresso Nacional deve votar ainda este ano o projeto sobre a legalização de jogos de azar, que deve ser aprovado, mas com voto contrário dos evangélicos. Independentemente de questões religiosas, sou totalmente a favor da aprovação, já que o próprio Governo, através das loterias institucionalizou os jogos. A ideia de que prejudica famílias e contraria valores é subjetiva, já que, neste caso, vale o livre arbítrio. Aliás, a não aprovação simplesmente permitirá que estes continuem acontecendo na clandestinidade. 

Jogo de Bicho
Na proposta de legalização de jogos de azar, a Câmara Federal incluiu o jogo de bicho e caça níqueis que foram colocados nesta história como vilões. O que as pessoas não querem entender é que a decisão não só irá gerar tributos, como também evitar corrupção, principalmente de policiais que historicamente extorquiram os donos de bancas de jogos.
 
Amams em Brasília
O presidente da Amams, Nilson Bispo de Sá ( Nilsinho), está agendando para este mês a visita de prefeitos à Brasília-DF, onde pretendem se reunir com o ministro do Desenvolvimento Regional, Roberto Marinho. Outra tentativa será um encontro com o presidente Jair Bolsonaro. Na pauta das discussões está a solicitação de maquinários para as prefeituras e se possível, para a própria entidade.
 
Aécio Neves
Na eleição de 2018, o ex- governador de Minas e ex-senador Aécio Neves decidiu não disputar a reeleição para o Senado, devido à exploração da imprensa das inúmeras denúncias de sua suposta participação em ilícitos. Depois de ter baixado a poeira, o parlamentar se sente mais à vontade para enfrentar as urnas mas deve optar por buscar a reeleição. O certo é que se as eleições fossem hoje, ele iria aumentar sua votação, principalmente aqui pelas bandas do Norte de Minas. Independente de todos estes fatos, não podemos negar que, historicamente, Aécio e Newton Cardoso foram os que mais benefícios destinaram à região.
 
Compasso de espera
Informação colhida junto a cúpula do PT de Minas dá conta de que o partido somente irá se manifestar sobre o processo sucessório no Estado após definição da candidatura do ex-presidente Lula. A proposta vale para todo país. De qualquer forma, no que diz respeito à disputa majoritária, hoje falta nome dentro do partido para enfrentar as candidaturas de Zema ( Novo) e Alexandre Kalil (PSD).
 
Terceira via
Os partidos em Minas, que ainda não optaram pelo apoio as candidaturas ao Governo de Zema ou Alexandre Kalil, não estão encontrando nomes com viabilidade de eleição para ser uma terceira via no processo. É fato que outros nomes virão, mas com poucas chances de êxito. O mesmo pensamento é alimentado pela cúpula do PT e outros partidos de esquerda.

 

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