Dificuldade para eleição

Preto no Branco / 01/10/2021 - 00h18

Se com o fim da coligação proporcional, candidatos já reclamavam das dificuldades para serem eleitos, agora é que a coisa vai ficar feia, principalmente nas cidades com mais de 100 mil habitantes, como é o caso de Montes Claros. Na eleição do ano passado, cada partido poderia lançar 150% do número de vagas. Como Montes Claros conta com 23 vereadores, cada agremiação poderia lançar 35 candidatos, sendo 30% de sexo oposto. A nova legislação define que só poderão lançar 100% e no município serão 23 candidatos por partido.

Mais dificuldades
Se o fim da coligação proporcional e a limitação do número de candidatos nas cidades acima de 100 mil habitantes já preocupam os futuros candidatos, a necessidade do partido obter 80% do quociente para entrar na disputa pelas vagas da sobra complica ainda mais.
 
Incógnita na fusão
Por mais experiente que seja o analista político, hoje seria uma missão quase que impossível prever o que pode acontecer com o partido União Brasil (44), que é a fusão do DEM com o PSL e que será presidido por Luciano Bivar, atual dirigente do PSL, tendo ACM Neto, do Democrata, como secretário-geral. Neste primeiro momento, a nova sigla responderá pela maior bancada da Câmara com 81 deputados, além de sete senadores. Entretanto, é fato que a fuga será iminente, por uma série de razões, entre elas, a garantia de êxito no pleito de 2022.
 
Partido Novo
Antes mesmo de gerar “frutos políticos”, fica evidente que o Partido Novo ficou velho antes do tempo. Em crise, hoje está vivendo o processo de desidratação. Basta dizer que mais da metade dos seus integrantes abandonaram a embarcação. Mais de 35 mil integrantes já se desfiliaram e hoje o número de filiados em todo país é de cerca de 33 mil. A desidratação tem sido atribuída à vaidade pessoal do empresário João Amoedo, um dos seus fundadores.
 
Orçamento de MOC
A coluna mais uma vez sai na frente e traz a informação de que dará entrada na Câmara de Vereadores, na próxima terça-feira (5), o orçamento de Montes Claros para o exercício de 2022. O valor apresentado é de cerca de R$ 1,4 bilhão. Para ser mais preciso, o orçamento é de R$ 1.404.822.800.
 
Injustiça e a Lei
Fui questionado sobre as manifestações que vêm ocorrendo por este Brasil afora. Em respeito às várias posições políticas, prefiro me limitar em usar frase que teria sido atribuída a Thomas Jefferson: “Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever”.

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