Aquisição de vacinas

Preto no Branco / 30/03/2021 - 00h59

A exemplo da maioria dos brasileiros, sou de opinião que o país passa por uma situação de calamidade pública, em razão da pandemia do coronavírus. O que não concordo é com medidas radicais adotadas pelos governos estaduais e municipais, sem comprovação científica. Simplesmente pararam o país, entendendo ser a única forma de enfrentamento da Covid-19. Agora mesmo, empresários solicitaram, ao Congresso Nacional, autorização para compra de vacinas, já que no momento apenas o poder público pode comprar e aplicar. A proposta é contribuir para imunizar tanto funcionários, como também ceder parte para atender a população de modo geral, o que acabaria com a lentidão dos serviços oferecidos pelos estados.

Cortando na carne
É impressionante como as “autoridades maiores”, a exemplo de integrantes do Judiciário, do Congresso Nacional, das Assembleias, governadores e outros, assistem a discussão em torno da diminuição do salário de vereadores como se fosse a solução para queixa de setores da população. Sabemos que a definição é por simetria. Na verdade, o que pesa mais são os chamados penduricalhos, onde a classe política tem direito a todo tipo de auxílio. No caso do STF, a situação é ainda mais complicada, já que também tem direito a um cardápio, fora da realidade do país e da necessidade do órgão.
 
Cisrun e o puxadinho
Quem imaginou que com a eleição do prefeito de São Romão, Marcelo Meireles, o Cisrun Macro Norte (Samu) passaria por uma reestruturação, inclusive com a diminuição do número de servidores, cuja grande parte, atendendo a puxadinho ali instalado por dirigente petista, se enganou. Na semana passada, como fruto de acordo, foi indicado para o cargo de diretora-executiva a petista Zildete Ferreira de Souza, que era a coordenadora logística na gestão do ex-presidente Silvaney Batista. Aliás, o acordo feito antes das eleições era de que o cargo seria de Silvaney, que tinha intenção de disputar uma vaga no Legislativo mineiro em 2022.
 
Rainha da Inglaterra
Vários prefeitos que apoiaram a eleição do prefeito de São Romão para a presidência do Cisrun Macro Norte teriam recebido informação de que o consórcio passaria por mudanças, inclusive demissão de ocupantes de funções desnecessárias e que tem onerado a folha de pagamento. O resultado é que o dirigente, que ainda aguarda decisão da Justiça para saber se confirma, ou não, sua eleição, tem sido apelidado de “rainha da Inglaterra”,por estar decorando a vaga de dirigente do consórcio, mas deixando as decisões por conta de quem o indicou para disputa.
 
Onda Roxa
Fonte da Prefeitura de Montes Claros informou que as medidas do Decreto Onda Roxa, em vigor, poderão ser reeditadas depois do dia 4.

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