Canção da Academia - Hino da Academia Montes-clarense de Letras

Frida e Pagu / 05/10/2021 - 00h02

Com 55 primaveras completadas no dia 13 de setembro, a AML – Academia Montes-clarense de Letras – está viçosa, cheia de saúde literária. Ao fim do ano terminará a boa gestão de Glorinha Mameluque. No dia 8 de outubro, numa reunião para poucos convidados, seguindo protocolos sanitários, teremos uma festiva ao ar livre no Ateliê Galeria Felicidade Patrocínio. Será entregue o Troféu Padre Adherbal Murta de Almeida a Silvana Mameluque, como Destaque Cultural, e o Troféu Yvonne Silveira à Doutora Honoris Causa Amelina Chaves. Lançaremos, de maneira oficial, a Antologia de Contos da AML, nosso quarto livro durante a pandemia, e o Hino da Academia.

Criado pelo escritor, professor, advogado, psicanalista, radialista, locutor, cantor e compositor Edson Andrade, o hino arrebata quem o ouve, seja pela força dos seus versos, seja pelo vigor da sua melodia elevadora de espíritos. Eis o refrão: “Avante neste sonho Academia/Cada verbo é um marco na história/Escrevei o livro tema, a elegia/Conquistai do texto lido vossa glória/”.

Nosso hino é bonito, vibrante, motivador, e nos enche de orgulho, eu falei. A multipremiada Karla Celene disse: “Sobre o hino, estou perdidamente encantada”! Dóris Araújo destacou: “É uma obra-prima, uma das coisas mais belas que já escutei; letra e música me incendeiam o coração e o espírito”. Maria Luiza Teles se manifestou: “Belíssimo e emocionante hino!” Felicidade Patrocínio avaliou: “Muito bonita essa sua composição!” Ivana Rebello, nossa próxima presidente, completou: “Edson, é lindo o hino que compôs! Você se destaca como letrista, poeta e compositor. Esse hino é vibrante, belo e nos entusiasma”.

Edson Andrade escreveu o poema do hino em vocabulário acadêmico, atento à métrica, rima, ritmo e sonoridade dos vocábulos, seguindo o Simbolismo, sua escola poética. Esses cuidados produzem a marcialidade como resultado final, uma característica identificadora de um hino. 

Teve preocupação estética e funcional, em relação ao ritmo e à melodia para que pudesse ser cantado sem dificuldade. “O amor e o respeito à Academia e aos seus membros foram o que me moveram”, disse ele. E completou: “Ao conseguir unir letra e melodia, fui tomado de emoção”, sentimento este experimentado pelos que ouvem o magnífico hino.​

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