Carta a Minas Gerais

Pilar Literário / 22/01/2021 - 00h07

Oh, Minas Gerais...

Oh, Minas Gerais...

Abraço-a com ternura pelos seus 300 anos;

Trezentos anos com movimentos mirabolantes, 

Entre colinas e montes vencendo as tempestades

Buscando realidades. Você acolhe culturas, saberes, cidades e vilas

E agrega os claros montes da alvissareira Montes Claros!

Oh, Minas Gerais!

Minas das claras fontes, dos rasgados horizontes, 

Onde o sol no crepúsculo se esconde.

Minas igrejas e sinos!

Minas Gerais histórica: Caeté, Mariana, São João del-Rei,

Tiradentes, Diamantina, cidades históricas, que contam a história,

Histórias que engrandecem os povos e as gentes, seus costumes, 

Suas tradições culturais, religiosas e políticas de filhos tão dedicados

Às minas e a Minas!

Filhos que brilharam na história, revelando a agudeza, a lisura do caráter do mineiro!

São João del-Rei revelou Tancredo Neves, Diamantina revelou Juscelino Kubitschek

E Artur Bernardes, Wenceslau Braz, Delfino Moreira, Pedro Aleixo, Afonso Pena?

Homens que tiveram como referência a excelência!

Grandes homens! Destemidos brasileiros, genuinamente mineiros de Minas Gerais.

Tiradentes, Filipe dos Santos, Alvarenga mais Cláudio Manoel...

Homens destemidos, submissos à tirania cruel.

Minas Gerais da mesa posta o dia todo, todo dia.

Com o café quentinho, o chá tão saboroso, o pão-de-queijo primoroso

Servidos com fartura e, aos elogios com ternura lá de dentro alguém 

Se expressa: Aqui é Minas, uai!

Oh, Minas Gerais! 

Você será sempre o presente de glória! Contada e enaltecida na beleza da história

Como uma poesia de luz a refulgir!

Trezentos anos! Três séculos de glória

Infundindo na memória a importância da história

E os saberes ancestrais.

Amo você e me orgulho de dizer que sou mineira.

Que nasci no sertão mineiro dos claros montes, que iluminam 

Montes Claros e derramam luz sobre seus ínvios gerais!

Um grande abraço Estado amado.

“Quem te conhece não esquece, jamais!”

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