Política do pão e circo

Conversa Inteligente / 11/05/2021 - 00h21

Lembrando o Império Romano, que adotava a política do pão e circo para apaziguar e conquistar o povo, em Montes Claros o governo Humberto Souto usou e abusou das obras como algo extraordinário para conquistar a população. Passados sete meses do final do primeiro mandato e início do segundo, o que se vê é a torneira aberta do dinheiro público jorrando milhões com aditivo para obras inacabadas, e o povo carente, sem social. 

Moc sem lugar
A campanha “Moc aqui é o lugar”, idealizada pelo governo Humberto Souto no primeiro mandato, próximo da eleição ficou clara que não teve nenhuma finalidade institucional. Serviu apenas para fazer apologia à divulgação de estratégia de marketing baseada em mobilidade urbana. Agora está sendo chamada “Moc sem lugar”. 
 
Sem maquiagem 
Sem maquiagem da eleição passada, a cidade de Montes Claros está triste, abandonada, carente. Em uma simples volta pelos bairros, é possível perceber o abndono: lixo, mato, sujeira, praças e logradouros públicos abandonados. 
 
Social
Nem durante a pandemia da Covid-19, o governo municipal de Montes Claros foi sensível em criar programas emergenciais eficientes para cuidar dos menos favorecidos. Os decretos, chamados de sanfona (abre e fecha), levaram, além do fechamento de pequenas e médias empresas, a um lastro de desemprego e abandono, atingindo principalmente famílias que vivem em vulnerabilidade social. 
 
Disputa velada
Com o prefeito Humberto Souto ausente, quase um ano e meio sem pisar no prédio da prefeitura, receoso com a Covid-19, o lugar virou um campo de batalha velado entre aliados pelo poder. 
 
Roubo das vacinas
Depois do roubo de vacinas da Covid-19 em Montes Claros, quais foram as medidas adotadas pela atual administração municipal para reforçar a segurança? Apuração dos fatos? E as pessoas que estavam na fila para serem vacinadas? Como fica? Com a palavra, o governo Humberto Souto.

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