Após atrasos e ameaças de morte, finalmente “Cyberpunk 2077” chegou ao mercado com versões para PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S, Xbox One e Stadia. O game da CD Projekt RED chegou ontem e é apontado como um dos melhores jogos de 2020. No entanto, acabou ficando de fora da Games Awards, realizada na noite de ontem, justamente pelos atrasos sucessivos.

“Cyberpunk 2077” é, sem sombra de dúvidas, o maior hype (jargão que pode se traduzir como expectativa) do ano, ao lado de “The Last of Us: Part II”, que foi publicado em junho. E muito dessa expectativa se dá pela própria produtora, que caiu nas graças do público em 2015, quando publicou “The Witcher 3: Wild Hunt”, que é apontado como os grandes games da geração PS4/Xbox One.

O sensacionalismo em torno do jogo ganhou proporções ainda maiores, desde que o ator Keanu Reeves foi anunciado como personagem não jogável (NPC). 

Durante todo o ano, o game foi tema de infinitas matérias, postagens, vídeos e discussões inflamadas. Especulações sobre as razões dos atrasos, produtores recebendo mensagens com ameaças de morte e todo tipo de manifestação, alimentada por um frenesi de ansiedade.

No entanto, a nova produção é bem diferente do RPG medieval. E não se trata apenas da temática, mas também em questões de jogabilidade. O game do bruxo era um RPG em terceira pessoa, que se passava num mundo de fantasia. 

Agora, “Cyberpunk 2077” se passa num futuro distópico, em que as pessoas são abarrotadas de implantes robóticos e demais maravilhas da tecnologia. Mas a visão em primeira pessoa já deixa claro que são propostas muito distintas. 

A trama, por sua vez, acontece numa megalópo-le no chamado Estado Livre da Califórnia do Norte, gerida por instituições privadas e não por uma legislação de estado.

Agora é conferir como é o game diante do joystick.

Reedição de ‘Scott Pilgrim vs. The World’
“Scott Pilgrim vs. The World: The Game” receberá uma edição especial para celebrar os dez anos de sua publicação. Batizada de “Complete Edition”, a nova versão inclui conteúdos extras e novos personagens.

O game, baseado na série literária de mesmo nome, coloca o jogador na pele de um jovem baixista, que vive em Toronto.

A história que também virou filme conta a saga do jovem que precisa desafiar os ex-namorados de sua amada. 

Com estilo retrô, o game é um hack & slash (luta) 2D, aos moldes de “Final Fight” e “Double Dragon”. 

No entanto, com estilo visual que segue a linha das ilustrações dos livros da série e elementos que remetem a outros jogos como “Super Mario III”, pelo estilo do mapa.

Com preços que variam de R$ 60 a R$ 70, o game terá edições para PC, PS5, PS4, Xbox Series X/S e One.