Totalmente adaptado ao Brasil e com a primeira convocação para a seleção equatoriana, desde que chegou ao Atlético, engatilhada. Em alta com o técnico Jorge Sampaoli e também com a torcida, o volante Alan Franco, de 22 anos, não quer que isso acabe.

Entrevistado desta quarta-feira (30) na Cidade do Galo, ele destacou a importância do comandante argentino no seu crescimento no alvinegro e também no amadurecimento enquanto atleta.

“A característica de jogo que o técnico nos pede me favorece muitíssimo. Creio que também por isso ele se interessou por mim, por essas características de jogo. Eu acrescentei um pouco mais de agressividade à minha forma de jogar”, destacou Franco.

“Creio que o técnico viu essas características. O que eu faço é trabalhar, me esforçar, dar o melhor de mim para estar à disposição da equipe, seja de titular ou como suplente. Então, creio que parte disso. Eu seguirei trabalhando, independentemente do que o técnico decidir. A diferença que eu posso perceber agora é que eu tenho um pouco de jogo mais intenso, isso foi o que se acrescentou desde que cheguei ao Atlético”, acrescentou.

RUA DE FOGO
Sobre a recepção de cerca de 5 mil torcedores no último jogo, mesmo com o veto da Polícia Militar e em plena pandemia, Franco se mostrou espantado. Ele nunca havia vivido algo assim, como o próprio mesmo destaca.

“Eu não tinha vivido esse tipo de situação no meu país, no meu clube anterior. Então, foi algo muito lindo, que me encheu, que me alegrou muito, saber que a torcida está nos apoiando. Cabe a nós seguir dentro de campo conseguindo vitórias para que a torcida siga nos apoiando de casa, como tem sido agora”, finalizou.