esporte

Montes-clarenses acreditam que Pelé é o 'gênio dos gênios'

Larissa Durães
02/01/2023 às 14:25.
Atualizado em 02/01/2023 às 20:01
 (Montagem/ Arquivo Pessoal e Larissa Durães)

(Montagem/ Arquivo Pessoal e Larissa Durães)

O corpo de Pelé, que morreu no dia 29 de dezembro de 2022, aos 82 anos, será sepultado no cemitério vertical Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos. A cerimônia de sepultamento, na terça-feira, dia 3, será reservada à família. Mas antes, que isto aconteça, alguns montes-clarenses, assim como tantos brasileiros na casa do, Santos, clube onde o craque forjou boa parte de sua lendária carreira, se recordam e se despedem do Rei. 

Como o aposentado, Magno César Da Rocha, de 70 anos, que lembra dos feitos do Rei em campo. “Quando tinha seis anos, em 1958, ouvia pela rádio as façanhas dele. Aí só em 70’ que vi pela primeira vez na TV a cores, e posso dizer que jogou muita bola, mereceu o título de Rei”, diz convicto. Magno admite, contudo, que ao lado do Rei, facilitando às vezes a sua vida, estava gente como Garrincha, Tostão entre tantos outros maravilhosos. “Mas mesmo assim ele se destacou entre todos e nos encantou e encantou o mundo e encanta até hoje”. Ele lembra que o ‘drible’, foi Pelé e Garrincha quem deram destaque, “como, o rabo de vaca deles também”. “Gênios da bola. Mas a gente tem que admitir que foi Pelé quem parou uma guerra, foi tri campeão mundial praticamente, seguidas, fez mais de 1000 gols, ninguém foi como ele”, afirma um orgulhoso espectador.  

Outra que viveu pra vê Pelé jogar, foi a aposentada, Ângela Castro, de 73 anos. “As jogadas dele eram sensacionais, lembro que via quando ero criança e adolescente. E lembro também que todo mundo que assistia apreciava e admirava muito ele. Podemos dizer que Pelé fez a geração que assistiu ele, sonhar, com certeza”. Entretanto, Ângela admite que “hoje tem gente muito boa, mas foi merecido Pelé levar a coroa”, acredita. 

Já o montes-clarense Denarte D'Ávila, que respirou o ar do futebol como jogador profissional por dois anos e da elite do mineiro, junto, com Reinaldo, Paulo Isidoro, Cerezo no Atlético Mineiro, e no Cruzeiro, com Joãozinho e companhia, Pelé é merecidamente, O Rei. “Sem dúvida, pois, a palavra Pelé, virou sinônimo de essência. Pela minha ótica, Pelé, é um atleta completo que foi privilegiado pela natureza e pelos deuses do futebol. Impressionante como Pelé foi completo em todos os aspectos”, diz convicto o ex-jogador. 

Denarte, conta, que viu Rivelino, dizer “que tudo de bom do futebol em termos de talento, de genialidade, foi para Pelé em maior quantidade que nos outros. Incomparável”, conta um admirado Denarte. “Maradona, Messi, Ronaldinho Gaúcho, Mbappé e todos os outros que vieram depois de Pelé, são formidáveis, mas são filhos de Pelé”. E essa juventude que não viu Pelé jogar, nem em televisão, Denarte acredita que terão a oportunidade de ver daqui, pra frente nos documentários sobre a vida do Rei, “e poderão constar que ninguém foi como ele. Maradona, Gaúcho, Cristiano Ronaldo e todos os outros são gênios, mas Pelé é o gênio dos gênios”, conclui.

Arthur D.A, de dez anos, ainda sabe pouco por ter visto pouco sobre Pelé, nas matérias de tv, mesmo assim, o estudante e aprendiz jogador de futebol, sabe dizer quem foi Pelé. “Já vi Pelé jogar na televisão, e o que vi penso que sim, ele é o melhor jogador de todos”. Para Arthur, que joga com a camisa 10, eternizada por Pelé, a jogada mais bonita dele, “foi aquele que ele dá um ‘chapéu’ no jogador do outro time e sem deixar a bola cair, faz um gol” e “tem também aquele que ele recebe a bola bem alta e pula mais alto pra receber ela e marca de cabeça”. Para a criança Arthur, “Pelé vai ser eterno”.

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