As conquistas do bicampeonato da Copa do Brasil (2017 e 2018) e do bi do Mineiro (2018 e 2019) credenciaram o Cruzeiro a ser um dos favoritos no Brasileiro e na Libertadores deste ano. Ao longo da temporada, porém, a empolgação deu lugar à apreensão e ao medo do rebaixamento à Série B – o que pode acontecer já nesta quinta-feira, contra o Grêmio, em Porto Alegre –, assim como a “desmitifica-ção” de vários nomes importantes do clube celeste.

De “Mitair” a dirigente-raposa, de Mito a Fred Guerreiro, de “Mano copeiro” a “Toca III”, vários apelidos e alcunhas caíram por terra. O próximo a cair pode ser a própria agremiação. De quem é a culpa para este cenário tão crítico? Confira abaixo alguns desses responsáveis.
 
“MITAIR”
O vice-presidente do Cruzeiro, Itair Machado, alvo de várias críticas por conta da ruína causada no Ipatinga, chegou a ser chamado de “Mitair” na Raposa. Envolvido nos escândalos dos bastidores da Raposa, foi destituído do cargo.

PERRELLA, 
“A RAPOSA”
Com a saída de Itair, Zezé Perrella, vitorioso nos anos 90, vindo de uma geração de cartolas como Eurico Miranda, assumiu o “controle” do futebol do Cruzeiro. Após chamar o presidente Wagner Pires de Sá de “Rainha da Inglaterra”, Perrella disse que Wagner é um dos menos culpados pela crise. Recentemente, se envolveu em algumas polêmicas.
 
MITO, GUERREIRO...
No elenco celeste, alguns jogadores “mancharam” suas trajetórias na Raposa, por conta de polêmicas fora de campo ou atuações abaixo da crítica. Casos de Dedé, um dia chamado de “Mito”, por conta do episódio envolvendo Rogério Ceni; Fred, antes “endeusado” com os gritos de “Fred, Guerreiro”, e que vem sendo contestado devido à irregularidade no Brasileiro; e, sobretudo, Thiago Neves. O TN10, de herói na Copa do Brasil, se tornou vilão devido às polêmicas nos bastidores e o pênalti desperdiçado contra o CSA. Mano Menezes, o “copeiro”, também “queimou” parte de seu filme.
 
TIME GRANDE E TOCA III
O lema “time grande não cai” foi colocado em xeque – o time ainda pode evitar o rebaixamento –, assim como a força no Mineirão, a antiga “Toca III”, onde o Cruzeiro empatou com o Avaí e perdeu para o CSA.