Tecnologia, inovação e empreendedorismo são um tripé fundamental para a formação dos profissionais de qualquer área. Essa tríade, muito valorizada no Centro Universitário Funorte, facilita a inserção do futuro profissional no mercado de trabalho e pôde ser constatada na instituição de ensino superior do Norte de Minas durante visita do superintendente de Inovação no governo de Minas, Pedro Vaz.

Vaz conheceu a estrutura da Funorte Campus JK, bem como os laboratórios das engenharias da instituição. Na oportunidade, discutiu sobre o projeto Vivência Universitária em Empreendedorismo e Inovação (Vuei), do governo estadual, do qual a Funorte faz parte.

O Vuei é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede) e tem por objetivo apoiar o desenvolvimento dos ecossistemas de inovação e empreendedorismo nas Instituições de Ensino Superior (IES) do Estado. Outro ponto é promover a aproximação entre o mercado e a academia, estimulando a criação de projetos e negócios inovadores que envolvam ciência e tecnologia dentro das IES.

“Com boa estrutura, a tendência de termos profissionais ainda mais capacitados, em um mercado que está em constante evolução, é muito maior. O acesso a estes tipos de equipamentos durante a vivência universitária é fundamental para que eles (alunos) possam usar quando estiverem no mercado de trabalho”, ressalta Pedro Vaz.
 
CAPACIDADE TÉCNICA
Além da Funorte, Vaz visitou outras instituições de ensino em Montes Claros, que ofertam graduação em Engenharia. De acordo com ele, a Funorte foi a que apresentou mais capacidade técnica, pela diversidade de equipamentos, até mesmo de robótica. 

Referência em faculdade particular no Estado, o Centro Universitário Funorte possui quase 30 anos de experiência. Os cursos da área de Engenharia são um dos carros chefe da IES, além dos cursos da área da Saúde. 

No Campus JK, funcionam cinco cursos de engenharia: Mecânica, de Alimentos, Biomédica, Elétrica e Civil. Todos usufruem de laboratórios de ponta e equipamentos de última geração. 

“Nossos laboratórios contam com impressoras 3D, protótipos desenvolvidos pelos alunos e também são utilizados para que empresas particulares possam fazer testes experimentais, com auxílio dos nossos acadêmicos”, destaca Pedro Almeida, coordenador do curso de Engenharia Mecânica. 
 
DESAFIO
Recentemente, a instituição recebeu premiação da Coteminas por desenvolver um equipamento que reduziu os custos da empresa de tecidos. De acordo com Almeida, a Coteminas desafiou várias instituições de ensino, inclusive o Sebrae, para que pudessem criar protótipo que reduzisse o valor de custo na produção. Dentre as que entraram no concurso, a Funorte foi a vencedora, evidenciando o ensino e a qualidade dos acadêmicos e professores. 

“Procuramos trazer opções de engenharias diferentes para que nossos estudantes não precisem se deslocar para outras cidades e até mesmo para outros estados. A palavra que chamo nosso polo de engenharia é ‘empregabilidade’, uma vez que não adianta ter uma boa metodologia com laboratórios defasados. Proporcionamos um sistema de robótica único na nossa região”, afirma o professor Ruy Muniz, fundador da Funorte. Muniz anuncia que, em breve, será criada a Liga de Empreendedorismo e Inovação da Funorte.