O concurso acabou, mas a dedicação à música, não. Pelo contrário. Após conquistar o terceiro lugar no “Voz de Minas”, a cantora Hellen Fernanda tem intensificado a divulgação do clipe autoral “Eu amo aquele cara”, disponível em todas as plataformas digitais. 

A música faz parte do projeto autoral de quatro clipes da artista que, em breve, serão lançados, juntamente com um álbum autoral que está sendo finalizado.

Para Hellen, o concurso foi muito além do cantar, de uma vitrine para expor seu trabalho: trouxe muita energia positiva para a vida da jovem.

“No início do Voz de Minas descobri um problema de saúde, que consegui controlar graças à força e perseverança que o concurso e toda a minha família me proporcionaram. Um ato de resiliência”, revela.

Para a artista, o concurso, iniciativa do Centro Universitário Funorte em parceria com a UniSant’Anna, Manus WA e Banda Impacto, junto com o programa D’elas Raquel Muniz, teve um grande significado na carreira de cada um dos participantes.

“Despertou em nós, cantores anônimos, de diferentes estilos, sonhos profundos, nos apresentando e dando visibilidade ao nosso trabalho”, avalia.
 
O que significou para você o 3º lugar? E o significado para sua carreira?
A música sempre foi o sonho da minha vida e venho em busca de reconhecimento há muitos anos. Ter participado desse concurso me motivou ainda mais a correr em busca de meus objetivos. Conquistar o 3º lugar diante de vozes incríveis de todo o Estado de Minas Gerais é muito gratificante. E receber o carinho e apoio de tantas pessoas me dá um gás para buscar chegar cada vez mais alto.
 
A escolha do repertório é uma parte importante da vitória em um concurso. Quais foram os critérios e as preocupações que você usou para selecionar as músicas que você cantou na semifinal e na final?
A música é a melhor forma de transmitir sentimento. Na semifinal e final, optei por clássicos nacionais conhecidos, de impacto emocional e que exploram bem a voz, além de fazerem parte do meu repertório e terem grande aceitação do público.
 
Como você vê a cena cultural no Norte de Minas nos últimos anos?
Minas Gerais é um Estado rico em diversidade cultural, mas precisa de incentivo e visibilidade. Programas como o “Voz de Minas” realçam a beleza do nosso Estado, inspirando jovens a seguir esse cenário musical.
 
Seu cabelo e figurinos chamaram a atenção pela beleza. Quais foram os responsáveis pelas produções?
Sabemos que a identidade pessoal é muito importante na formação do artista, trazendo ainda mais destaque às apresentações, uma combinação indispensável. Um destaque especial para o incrível Mateus da Mata que faz um enorme sucesso, se destacando como um dos melhores da cidade, sendo responsável pela produção do meu cabelo, e a maravilhosa Letícia da Matah pela maquiagem. Um agradecimento especial a minha mãe Nadir Fróes, minha maior incentivadora, responsável pela criação do look da semifinal. O look da final ficou por conta da maravilhosa Cris Cangussu, Closet de Montes Claros, sendo alvo de muitos elogios. Não poderia esquecer do espetacular Abner Faler, meu amigo e personal stylist, responsável pela escolha dos melhores looks para esse momento especial.
 
Quais os desafios daqui para a frente?
Os desafios são muitos e sempre estiveram presentes na minha trajetória. Busco pelo conhecimento e aperfeiçoamento musical.
 
Você foi orientada pelo técnico Lucílio Mota. Como foi o trabalho com ele?
Tive a oportunidade de ser escolhida por dois técnicos, mas optei pelo cantor Lucílio Mota. Tive, durante o concurso, incentivo e orientações importantes por parte dele. Vale lembrar que durante as batalhas e duelos no início do concurso tivemos o auxílio de professores e acadêmicos da UniSant’Anna, que nos ensinaram técnicas e aquecimento vocais e ainda auxílio de psicólogos e fonoaudiólogos na final do concurso.

Para conhecer o trabalho da cantora, basta acompanhá-la pelas redes sociais: 

Instagram: @hellenfernandaoficial 

YouTube: Hellenfernandaoficial