A confirmação de que os restos mortais encontrados em abril em Rio Pardo de Minas são de Emilly Ketlen Ferrari dá novos rumos à investigação. O caso, até então tratado como desaparecimento, será apurado como homicídio qualificado, com ocultação de cadáver. O foco da polícia agora é chegar à identidade do assassino. A menina brincava na porta de casa quando sumiu, há quatro anos.

Na época, Emilly tinha 7 anos. O suspeito de matar e enterrar a criança, porém, permanece um mistério para a Polícia Civil.

Nesta semana, exames de DNA comprovaram que uma ossada encontrada na comunidade de Alazão, próximo do bairro Cidade Alta, onde a vítima morava, em Rio Pardo de Minas (Norte do Estado) era mesmo da menina.

O delegado responsável pelo inquérito, Luis Claudio Freitas do Nascimento, informou que trabalha com várias hipóteses para o crime. Contudo, não quis detalhá-las para não atrapalhar os rumos da investigação.
 
ENTERRO
A ossada de Emilly está no Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte. Até o fechamento desta edição, a expectativa era a de que os restos mortais fossem liberados para a família até hoje. Somente depois disso haverá o enterro, previsto para ocorrer em Rio Pardo de Minas.