Técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estiveram nos últimos dias na BR–251 para verificar problemas encontrados durante as obras de revitalização da rodovia. 

As intervenções começaram em meados de 2017 e em parte da rodovia as melhorias já são visíveis. De acordo com Wainer Nether, representante do órgão, graças a esta obra problemas pontuais de longa data estão sendo identificados e os trechos que apresentaram defeitos serão reparados pela construtora responsável. 

“O contrato com a empresa tem duração de cinco anos e qualquer patologia que for encontrada na rodovia será imediatamente corrigida”, diz Wainer.

O contrato – chamado Contrato de Reparação e Manutenção Integrada (Crema) – é por padrão de desempenho e garante a qualidade do serviço. “Essas correções não tem ônus para o erário”, ressalta Wainer.

Para a deputada federal Raquel Muniz, a visita dos técnicos é importante e faz parte do trabalho transparente e contínuo na Câmara Federal em busca de resultados.

“Além de trabalhar intensamente para ter o recurso, somos também fiscalizadores para que o recurso seja bem empregado. E assim está sendo feito. Com as chuvas, houve rompimento em um trecho, mas o DNIT mais uma vez agiu rapidamente para que a obra seja refeita”, diz a deputada. 

SONHO CONTINUA
A obra de recuperação contempla o trecho que vai de Montes Claros a Grão Mogol, considerado um dos mais perigosos no Norte de Minas. 

A duplicação da chamada “Rodovia da Morte” é o sonho dos norte-mineiros e especialmente da deputada que criou, na Câmara Federal, a Frente Parlamentar pela BR–251, com adesão da bancada mineira. 

A atuação garantiu os R$ 38 milhões necessários para o recapeamento em 88 km de estrada. 

Para Raquel Muniz as obras de recapeamento da BR–251 representam uma vitória, mas o trabalho pela duplicação continua.

“A luta maior é pela duplicação e dela não abrimos mão. Somos persistentes e vamos continuar insistindo, porque não podemos mais aceitar que a BR-251 permaneça com o título de rodovia da morte”, disse a parlamentar mineira.