O Brasil volta a crescer

Raquel Muniz / 27/09/2017 - 05h17

Os números não mentem: o Brasil, enfim, retomou sua trajetória de crescimento. Veículos importantes da imprensa nacional e internacional são unânimes em repercutir dados que confirmam a ascensão brasileira, depois de dois anos de grande contração econômica. Não podemos ser ingênuos em afirmar que o País saiu da pior recessão da história. Mas é razoável dizer que, apesar das incertezas políticas, ainda podemos sonhar com um Brasil melhor para os nossos filhos.

Segundo dados do Portal Brasil, desde maio do ano passado, quando teve início o governo Michel Temer, os principais indicadores econômicos do país dão sinais positivos e sinalizam para uma reversão do cenário atual de crise. Naquele mês, a inflação que estava na casa dos 9,28%, hoje se encontra no patamar de 2,46%. O risco Brasil, por exemplo, recuou em quase 300 pontos, a bolsa de valores voltou a apresentar resultado positivo e o saldo da balança comercial saltou de US$ 19,682 bilhões para US$ 48,105 bilhões no mesmo período. O Brasil, portanto, está ficando mais confiável para investimentos, o que já começa a atrair o capital estrangeiro.

Os primeiros sinais de crescimento surgem após o governo federal ter adotado medidas mais enérgicas de contenção dos gastos públicos e se comprometer com o desenvolvimento socioeconômico dos brasileiros de maneira austera. A redução dos juros foi um passo importante nesse processo. Um mês depois das mudanças nas regras do cartão de crédito, os juros do rotativo caíram pela metade. As taxas passaram de 456,6% ao ano em março para 233,9% ao ano em abril. Esse recuo ocorreu depois que a equipe econômica criou limites para evitar que o cliente fique preso no rotativo do cartão, também conhecido como pagamento mínimo.

Outra estratégia do governo Temer que deu certo foi a liberação do saque de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o Conselho Curador do referido Fundo, foi possível injetar cerca R$ 30 bilhões na economia. Com mais dinheiro no bolso, milhões de trabalhadores poderão voltar a ter poder de compra ou pagar dívidas.

Tem um ditado que diz: contra fatos não há argumentos. Essa é a frase que retrata bem o governo Temer. Apenas para ilustrar o que estou dizendo, diversas ações implementadas demonstram a evolução positiva dos indicadores econômicos. Além dos que já mostrei anteriormente, temos a renegociação de dívidas dos produtores rurais das regiões Norte e Nordeste prejudicados pela estiagem; e a abertura de linha de crédito para micro e pequenas empresas, entre outras.

Por fim, a nuvem negra que pairava sobre o Brasil já está indo embora. A nossa esperança de dias melhores se concretizará. Ela não pode ser esquecida. A Nação forte que queremos depende da nossa sinergia: governo, a classe política, os empresários, e a população.

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