Mudança no comando

Preto no Branco / 02/05/2018 - 06h28

Este jornalista havia divulgado a preocupação dos diversos segmentos da sociedade do Norte de Minas de não ver atendido o pedido para que a indicação do novo comandante da 11ª Regional da Polícia Militar fosse um oficial que conhecesse a nossa realidade. A este respeito, recebemos de fonte junto ao governador Fernando Pimentel (PT) que ele havia recomendado ao comando-geral que estudasse a possibilidade do atendimento. A nomeação estava prevista para acontecer neste início de semana, no mais tardar hoje. Até o fechamento da coluna, não havia sido divulgado nenhum nome, mas as chances estavam entre o coronel Oswaldo Marques e o comandante do 10º Batalhão, tenente-coronel Chinelato. Qualquer um dos indicados, a região estará bem servida.

Paraquedistas
Durante a visita a Montes Claros, na última sexta-feira, do presidente do BNB, Romildo Rolim, o presidente da Fiemg/Regional Norte, Adauto Marques, aproveitou a presença de representantes de entidades de classe para falar da importância de movimento que defende as candidaturas da região nas eleições deste ano. A este respeito, vale lembrar que movimento neste sentido não apresenta resultado, porque a própria classe política tem loteado e vendido a consciência do eleitorado em troca de benefícios pessoais ou até mesmo emendas insignificantes.
 
MCTrans
É preciso que a direção da MCTrans procure uma forma diferente de atuação especificamente no sábado, inclusive liberando áreas para estacionamento. É justamente neste dia que a população tem maior tempo para ir às compras e, consequentemente, quando registra maior volume de venda. Na região do Mercado Municipal, pequenos produtores não estão conseguindo vender seus produtos em decorrência da marcação acirrada dos guardas de trânsito.
 
Aniversário de boneca
Costumo dizer que quando chega o período de campanha, os candidatos viram um bando de jacaré, ou seja, todos iguais. Daí em diante vale o que você tem para oferecer ou mostrar. Agora assistimos a candidaturas encolhendo por falta de organização. Quem antes escolhia holofote, hoje busca com dificuldade. Aliás, não tem recusado sequer convite de batizado de boneca.
 
Falta confiança
Que a política partidária é a arte da conveniência ninguém tem dúvida. O que às vezes atrasa ou dificulta a tomada de uma decisão neste campo é a quebra da confiança. É justamente o que acontece com o PT e o MDB em Minas. De um lado, fica claro que a maioria quer mesmo é a reedição do casamento por conveniência. Entretanto, nenhum partido confia um no outro. Na base do salve-se quem puder, a preocupação tem sido dos atuais deputados estaduais e federais, tanto do PT como do MDB. Chegaram à conclusão que, se não houver coligação na proporcional com agremiação do mesmo nível, o barco pode afundar de vez. Na outra ponta, o governador Fernando Pimentel tem a preocupação de “salvar o seu pescoço” e o presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes, de salvar o seu projeto. Isto sem falar no vice, Antônio Andrade, que tem espaço mais não tem força para interferir na decisão.

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