Unanimidade

Plenarinho / 09/01/2018 - 05h48

Diante de um júri composto de artistas renomados a adolescente Lucia Muniz, filha de Cibele Demichelli com o médico Carlos Muniz, irmão do ex-prefeito Ruy Muniz, foi a grande sensação do programa The Voice Kids, que foi ao ar pela TV Globo na tarde de domingo. Além da estréia de Claudia Leite e Simone & Simaria como juradas do programa infantil, um dos destaques foi a participação da montes-clarense. As juradas viraram a cadeira para a garota que cantou “Moving On”, da cantora Asking Alexandria. Claudinha insistiu para ser escolhida por Lúcia e elogiou o potencial vocal da participante, mas a adolescente acabou escolhendo as irmãs sertanejas para seguir na disputa. Vai longe.

Dificuldade
As empresas de uma forma em geral estão encontrando dificuldades pra selecionar e contratar pessoas com deficiência. Com a nova Lei em vigor há muito tempo, o quadro real é que a obrigação de compor o quadro de funcionários com certo número de pessoas que se enquadram no perfil nem sempre está funcionando. Quando não tem qualificação para determinados cargos, uma grande maioria não quer trabalhar para não perder o Bolsa, programa social do governo federal.
 
Artista
Acostumado a trabalhar atrás das câmaras como operador de áudio e imagem, o jovem Léo Ribeiro vem se revelando em nível nacional com o seu personagem “Safroa Reguelida. Agora mesmo ele acaba de ser classificado para segunda fase da disputa do programa do Multishow - Só pra Parodiar, que vai ao ar segunda e terça-feira às 19h. Safroa foi selecionada para nova fase da disputa, onde a produção escolheu a música K.O de Pabllo Vittar para brincar. Nove participantes utilizaram o mesmo Hit para realizar as parodias, com o tema específico para cada. Nesse round, Pabllo Vittar assiste todos vídeos e escolhe um para sair da disputa, assim, a votação começa para os oito participantes restantes. Tem futuro.
 
Saldo negativo
A imprensa da capital começou a cobrar mais agilidade nos serviços prestados pelos deputados estaduais. O saldo dos trabalhos do ano passado foi bastante negativo, ou seja, o plenário ficou completamente vazio na maioria das reuniões. Das 106 sessões ordinárias que ocorreram no ano passado no plenário da Casa, somente seis resultaram em votações de projetos. Outras 19 reuniões que deveriam ter sido realizadas nos últimos 12 meses nem mesmo foram abertas por falta de quórum. Mesmo com essa falta de produtividade os deputados estaduais acabam custando, e muito, aos bolsos dos contribuintes mineiros.
 
Esporte
O ano de 2018 parece que não será muito animador para o esporte montes-clarense. A não ser a ida de Túlio de Melo para o Japão, o vôlei não vive um bom momento, o Ateneu não se acerta, e não se pode falar sobre o Casimiro de Abreu. Por outro lado, a Copa Minas Brasil vai conseguindo segurar a onda, pois tem muitos anos de existência. Isto sem contar, é claro, com algumas revelações que logo são descobertas, mas vão jogar em outros estados.

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