Prestígio

Plenarinho / 05/06/2018 - 00h47

Em todas as rodas políticas em Brasília e na capital mineira, quando o assunto é a sucessão estadual, o nome do professor Ruy Muniz é citado como a maior liderança regional e que deve participar do processo disputando cargo ou não. Muniz pavimentou a sua candidatura ao Senado e espera pela decisão de diversos partidos para definir o seu caminho no processo.  

Crise na educação 
De acordo com uma fonte ligada ao Sind-UTE Montes Claros, que preferiu não ser identificada, a revolta dos servidores é ainda maior este mês. Isso porque o governo ainda não divulgou as datas em que serão depositadas as parcelas do pagamento. Segundo a fonte, nos bastidores a informação é de que o pagamento da primeira parcela não deve sair antes do dia 20. “Isso gera um problema enorme para a nossa categoria, principalmente porque todas as contas vencem antes dessa data. A informação que nós temos é que a previsão de pagamento da primeira parcela seja depositada apenas no dia 22 desse mês”, o que deve ser confirmado nas próximas horas.
 
Dúvidas
A sucessão em Minas Gerais está realmente muito confusa pois os partidos políticos tentam viabilizar os apoios para futuras coligações e, assim, ganhar tempo em rádio e televisão. Também a disputa pela cadeira de Fernando Pimentel mobiliza políticos importantes, já que pelo menos sete deles pretendem a candidatura majoritária. Além do atual governador, Lacerda, Pinheiro, Pacheco, Lopes, Mares Guia, Rousseff e Anastasia correm atrás de apoio, até mesmo de antigos adversários, para consolidarem as pretensões.
 
Carlos Viana
O vereador Wilton Dias, pré-candidato a deputado estadual, trouxe a Montes Claros o radialista Carlos Viana, que é pré-candidato ao Senado Federal. Agora mesmo o pré-candidato do PSDB ao governo do Estado, Antonio Anastasia, anda negociando com partidos a formação de sua chapa e ele até pode apoiar o nome do jornalista Carlos Viana, recém-filiado ao PHS, para compor uma das vagas de candidatos ao Senado. Os dois se reuniram em Belo Horizonte para alinhavar os detalhes. Apesar da conversa adiantada e já dada como certa por integrantes do PSDB, ainda resta uma confirmação vinda do diretório estadual do PHS para que a situação se concretize, já que a legenda ainda negocia seu apoio a um dos pré-candidatos ao Palácio da Liberdade. 
 
Normalidade
Mesmo com as redes sociais tentando criar um clima de divisão e também de certa balbúrdia anunciando nova paralisação dos caminhoneiros, o abastecimento voltou a sua normalidade e trazendo prejuízos para os mais afoitos. Teve uma dona de casa no bairro Morada da Serra que comprou 10 botijões de gás ao preço de R$ 150, mas o mesmo está custando R$ 80 e assim, teve um prejuízo enorme. Outros abasteceram diversos galões com gasolina pagando preço em torno de R$ 10 reais. A pressa é realmente inimiga de muitos.

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