Crise

Plenarinho / 27/02/2018 - 06h01

Na crise de candidaturas ao governo de Minas Gerais surge a possibilidade de um empresário emplacar seu nome pelo MDB: Josué Alencar. Aos oito anos, Josué já brincava com o pai de criar empresas, eliminar desperdícios e vender seus produtos. Treinado desde cedo para os negócios, o filho do ex-vice-presidente José Alencar aprendeu ainda jovem lições básicas de contabilidade. Disciplinado para alguns e sem carisma para outros, o menino-prodígio, único filho homem, foi bem preparado pelo pai. A ideia do ex-vice-presidente era a de que Josué fosse sua cópia melhorada, pelo menos nos negócios da família. Na política, apesar de ser considerado curinga para muitos, o empresário vive à sombra do pai.

 
Outra versão 
Mas nos últimos dias o nome dele está sendo falado com outro enfoque, ou seja, para as eleições deste ano. Josué vem sendo cotado para disputar a Presidência, para vice em uma possível chapa encabeçada por Lula, para o governo de Minas Gerais por emedebistas e até mesmo para o Senado por vários outros grupos no Estado. Tudo ainda é mistério.
 
Visita
A visita do ex-governador de Minas e atual senador Aécio Neves à região está sendo encarada pelos seus amigos como um reinício de uma trajetória que ficou par trás. Com quase 8 anos de completa ausência do Norte e Vale, com certeza que agora, que ele precisa do mandato mais do que nunca, vai ter que “correr” atrás do prejuízo.
 
Complicou
Se o deputado Gil Pereira tinha dúvidas de sua saída de deputado estadual para federal nas eleições de outubro, agora é que elas aumentaram. Alberto Pinto Coelho, ex-governador, deixou o PP e vai para outra legenda porque foi tirado do cargo de presidente numa grande manobra atribuída a Aécio Neves. Coelho se sentiu traído, e deve levar também o seu filho, pretenso candidato a estadual, a tiracolo.
 
Auxílio-moradia
Pela primeira vez um assunto levanta polêmica nacional e envolve os poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. É o já conhecido auxílio-moradia. A maioria do eleitorado de Minas Gerais é contra o uso de dinheiro público para arcar com gastos de moradia para autoridades. Os mineiros não concordam com o pagamento de auxílio-moradia, no valor de até R$ 4.377,73, para políticos, juízes e promotores e ainda discordam da disponibilização de apartamentos funcionais para deputados federais e senadores em Brasília. 

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