Show de Emerson Cardoso

Gente e Ideias / 12/10/2017 - 00h36

Emerson Cardoso nasceu em Montes Claros em janeiro de 1955. É filho de Waldelyrio Moreira e de Lourdes Cardoso, família ligada à moda, beleza e arte. Em 1970, o artista participou do Programa do Chacrinha com a música “O que Será”, de Chico Buarque.

Emerson, que hoje também atua como cabeleireiro em Belo Horizonte, se apresenta em Montes Claros, no dia 3 de novembro, sexta-feira, no Automóvel Clube, às 22h, em um jantar dançante, evento beneficente promovido pelo Rotary. Toda a renda do evento será revertida para os projetos dos clubes patrocinadores. No repertório, clássicos do MPB.

Confira nosso bate-papo com o artista.
Como surgiu o interesse pela música?
Nas reuniões de família. Depois tudo isso se firmou com minha participação no grupo folclórico Banzé.

Quais foram as maiores influências do início da carreira? 

Família, uma banda do meu irmão, minha irmã Wanda Cardoso, o grupo Banzé e o coral da Igreja Matriz.
 
Nos conte um pouco sobre sua participação nos desfiles de moda, escolas de samba, shows. Tem alguma recordação saudosa de alguma época da carreira? 
Todas as minhas participações em desfiles de moda foram importantes, foi onde pude aprimorar a moda e segui-la até hoje. A escola de samba foi maravilhosa, pois nossa família sempre esteve perto, dando força, e foi por isso que foi sucesso. Carrego tudo isso até hoje na minha alma. Nos shows, o que mais me marcou foi minha participação no Chacrinha e o convívio com os artistas que tive o prazer de abrir os shows como Gal Costa, Caetano Veloso, Frenéticas e Ney Mato Grosso, que é uma das minhas referências mais fortes.
 
Por que escolheu ir para Belo Horizonte?
Escolhi ir para Belo Horizonte pois havia mais campo para as artes em geral, mas continuo amando minha cidade natal que é Montes Claros.
 
Não é de hoje que o povo do Norte de Minas se destaca na área da cultura. Há alguns anos, a música apresenta grandes nomes, não é mesmo?
Em minha opinião, Montes Claros tem uma força e uma veia artística muito forte, compartilhada com as pessoas que amam a arte.
 
O que tem lhe inquietado ultimamente?
O que me inquieta ultimamente é essa vontade enorme de passar para as pessoas o amor que o mundo inteiro anda precisando muito. Faço isso através da música, que é passar uma mensagem de amor.

Ferida Aberta
A Cracolândia é uma ferida aberta a revelar o terror do universo dos drogados no estado mais bruto. A droga descola as pessoas da realidade. Luz ou noite, tudo igual. Passam dias sem comer ou dormir. O pouco que resta do raciocínio é totalmente devotado ao esforço de obter mais droga.

Furto, prostituição, mendicância. Tudo gira em torno da droga. O mundo prefere pensar que este local não existe. Mas existe. É a realidade de milhares. Presos em uma armadilha de onde não se sai sozinho e a ajuda é escassa.

Na mente dos missionários atuando no local está a certeza de que esta é a vontade do Senhor, pois foi em cenários parecidos que Jesus atuou quando cruzou os limites das colônias de leprosos e das áreas marginalizadas durante seu tempo entre nós.

Sonora Brasil
As apresentações do Sonora Brasil, iniciativa do Departamento Nacional do Sesc, tem o objetivo de divulgar grupos tradicionais que trabalham com músicas não comerciais e valorizar a cultura regional, além formar novos ouvintes e plateias, acontecerão de 12 a 15/10, no Museu Regional do Norte de Minas, na Rua Celestino, 75, centro. 

A primeira atração, em 12/10, fica por conta da Sociedade Musical União Josefense (SC). No dia seguinte (13/10) sobe ao palco a Corporação Musical Cemadipe (GO), às 19h30. Em 14/10 é a vez do público conferir o trabalho do Quinteto de Metais da UFBA (BA), também a partir das 19h30. Quem encerra a programação em Montes Claros é Abandinha (AM), em 15/10, a partir das 20h. Os grupos escalados representam o tema Bandas de Música: formações e repertórios. A entrada para todas as apresentações é gratuita.

Cristolândia
Montes Claros recebe o Coral Cristolândia, de Belo Horizonte, neste domingo, na rua General Carneiro, 254. O evento tem como objetivo realizar um trabalho de motivação à igreja e trabalhar a ideia de conscientização das pessoas com relação ao uso do crack. Serão cerca de 20 homens, ex-viciados em crack, que foram retirados da Cracolândia por meio de um trabalho de evangelização.

Os coordenadores do evento são Otílio de Castro e a missionária Tânia Lúcia, da Cristolândia de Belo Horizonte.

Haverá também uma feijoada que será realizada no próximo domingo ao meio dia. O convite custa por R$ 13 para quem deseja colaborar com o projeto.

Informações: (38) 9 91713774 com Vicky e John (representantes de Missões em nossa cidade)

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