Estranhas patentes do Google

Redação Tech / 14/02/2018 - 19h07

A gigante da tecnologia quer sair na frente e as ideias são logo patenteadas. São ideias inovadoras e projetos ambiciosos. Vamos listar aqui quatro:

– Em 2015, por exemplo, a empresa patenteou o “banheiro inteligente”. No local, sensores espalhados podem, por exemplo, medir seu batimento cardíaco através do comportamento elétrico de seu corpo.

– Em 2014, a ideia registrada descreve uma substância adesiva que é aplicada no capô e no para-choque da frente de um carro. No caso do impacto com alguém, a pessoa fica “grudada” e não é arremessada. 

– Pensando em acabar com o “mau cheiro” famoso nos transportes coletivos, foi registrado em 2012 um ventilador portátil que pode ser colocado junto ao corpo e, ao detectar que o usuário está transpirando, automaticamente o borrifa com perfume. 

– Em 2012 foi registrada “as lentes de contato movidas à energia solar”, que coletariam dados de saúde, como o nível de glicose e a temperatura corporal interna, e até mesmo ler código de barras. 

Você acredita que algum destes pode vingar? Pelo visto, nenhuma ideia é descartada pela Google.

Contrato virtual
Você acha que já viu de tudo, não é mesmo? Então vou apresentá-los o aplicativo Legalfling.

O objetivo do app, que deverá ser lançado em breve, é que você conheça alguém e possa estabelecer, sem nem mesmo o conhecer pessoalmente, um contrato pré-sexo, que possa definir se haverá, por exemplo, relação durante o encontro, uso de preservativo ou preferências sexuais.

Nas redes sociais, diversas pessoas já se colocaram contra a plataforma, que levantou diversos debates. Advogados afirmaram que o “contrato” pode ser questionado em diversos sentidos. Para o UOL, a advogada Isabela del Monde afirmou que, “mesmo tendo tido consentimento anterior, isso não garante que depois não haverá estupro”. 

No fim, é melhor manter distância de aplicativos assim. 

Caixinha de som
As caixinhas de som coloridas, que levam a marca da JBL, seguem fazendo sucesso na região. O produto chama a atenção pela potência, mesmo com tamanho portátil e que facilita na hora de transportá-la. Ainda possui conexão bluetooth, entradas para pen drive e cartão de memória.

Mas talvez o consumidor não saiba é que o produto pode ser, na verdade, uma réplica. As opções de preços encontradas na cidade da caixinha falsificada ficam entre R$ 80 e R$ 100.

Na pesquisa realizada pela coluna na tarde de ontem, as originais não saiam por menos que R$ 699 no site oficial da marca. 

Para você que pretende economizar, no site da JBL é possível adquirir descontos de até R$ 600 em produtos usados que são recuperados pela marca e recolocados no mercado. Lembre-se que vender ou comprar produto pirata é crime

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