Cursos gratuitos

Redação Tech / 23/11/2017 - 09h32

O governo federal lançou uma plataforma de cursos online chamada “Escola do Trabalhador”, e qualquer pessoa pode se inscrever e cursar as disciplinas à distância pela web. São diversas opções diferentes de cursos em 12 áreas distintas.
A seção com mais cursos é a de “gestão de negócios”, que abriga cursos de 40 horas em análise e investimento, comunicação escrita para o trabalho, introdução ao Excel e outros tópicos. Você poderá cursar também disciplinas mais tecnológicas como segurança da informação e edição e tratamento de imagens.
Todos os cursos são gratuitos, e você pode conferir os detalhes sobre cada um, incluindo ementa, carga horária e requisitos acessando escola.trabalho.gov.br. Para se inscrever, o aluno precisa apenas informar seu nome, CPF e email.
Os cursos disponibilizados são realizados por meio de uma parceria entre o Ministério do Trabalho (MTb), a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Segundo o ministério, a meta é chegar a 38 cursos disponíveis na plataforma até o fim de 2018, mas não há detalhes mais específicos sobre quais temas serão abordados nessas próximas opções da Escola do Trabalhador.

Vingança pornográfica 
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o PLC 18/2017, que visa alterar a Lei Maria da Penha e o Código Penal para prever reclusão de dois a quatro anos e mais uma multa em caso de registro ou divulgação não autorizada de cenas da intimidade sexual de uma pessoa, a chamada “vingança pornográfica”. O texto tem origem substitutiva e originalmente previa reclusão de três meses a um ano, pena que foi ampliada agora. As alterações foram feitas para adicionar variáveis de aumento de pena, como prática de crime contra pessoa incapaz de oferecer resistência ou sem discernimento apropriado, com violência contra a mulher, por funcionário público no exercício de suas funções ou por quem teve acesso a conteúdo do material no exercício profissional e que deveria mantê-lo em segredo.
O Projeto de Lei segue agora em regime de urgência para ser aprovado no Plenário.

Uber omite ciberataque
Cinquenta e sete milhões é o número de pessoas que tiveram seus dados expostos em um ciberataque à Uber Technologies. Mas a empresa optou por omitir qualquer informação a respeito do incidente e pagou aos hackers para que eles deletassem os dados roubados e também ficassem em silêncio. Segundo a Bloomberg, tudo veio à tona depois que Joe Sullivan, o diretor de segurança da Uber, foi mandado embora junto com outro executivo da mesma área.
O ataque aconteceu em outubro do ano passado e resultou na exposição de informações como nomes, e-mails e números de telefone de mais de 50 milhões de usuários do serviço ao redor do mundo. Os motoristas também não ficaram de fora: 7 milhões tiveram seus dados expostos, incluindo o número de carteira de motorista de 600 mil deles que atuam nos Estados Unidos. 

Publicidade
Publicidade
Comentários