Hora de investir

Economia e Política / 18/04/2018 - 00h47

Estamos nos recuperando da maior recessão pela qual já passamos. Recorde no número de desempregados, queda na renda das famílias e inúmeros empreendimentos que fecharam as portas. O cenário não é animador, mas gradualmente a economia está voltando aos eixos. O mercado volta a gerar vagas de empregos, inflação sob controle e o número de abertura de novos negócios já é positivo.

Na esteira da recuperação da economia, muitos indivíduos já conseguem retomar um antigo hábito: poupar. E não quero que confundam poupar com poupança, pois mesmo com uma inflação baixa como temos agora, a poupança não é rentável do ponto de vista financeiro. O objetivo da coluna de hoje é dar dicas para você que consegue guardar um dinheirinho todo mês e quer investir.

Geralmente, a primeira reação de quem quer investir as economias é consultar o gerente do banco. Mas temos que lembrar que seu gerente oferecerá o que é bom para o banco, e não o bom para você. Isso não quer dizer que ele é um mau profissional, mas a própria instituição o limita na possibilidade de ofertas. Os rendimentos não apresentam uma performance boa e ainda incidem taxas administrativas, como as de carregamento e resgate.

Uma dica para fugir dos bancos tradicionais é buscar corretoras virtuais. Essas empresas oferecem baixas taxas de administração e (na maioria das vezes) não cobram taxas adicionais. Fique calmo, mesmo sem possuir agências ou pontos físicos, as corretoras digitais são reguladas pelo Banco Central e CVM (Comissão de Valores imobiliários) assim como os bancos tradicionais, seu dinheiro está seguro.

Procure investimentos que se encaixem no seu perfil. Hoje vou indicar alguns investimentos para quem tem o perfil mais conservador, não está disposto a arriscar e precisa de liquidez, ou seja, pode retirar o dinheiro quando precisar. 

FUNDOS DI: São fundos que investem em títulos públicos, emitidos pelo governo. O rendimento acompanha os juros de mercado. TESOURO SELIC: São títulos do governo com liquidez diária corrigidos pela taxa básica de juros da economia - SELIC. CDBs: Nessa modalidade você está emprestando dinheiro aos bancos, o rendimento médio é 95% do CDI.

Nas próximas colunas vou dar dicas para quem tem um perfil mais arrojado e está disposto a correr mais riscos. Boa Quarta e bons investimentos.

 


Hora de investir

Estamos nos recuperando da maior recessão pela qual já passamos. Recorde no número de desempregados, queda na renda das famílias e inúmeros empreendimentos que fecharam as portas. O cenário não é animador, mas gradualmente a economia está voltando aos eixos. O mercado volta a gerar vagas de empregos, inflação sob controle e o número de abertura de novos negócios já é positivo.

Na esteira da recuperação da economia, muitos indivíduos já conseguem retomar um antigo hábito: poupar. E não quero que confundam poupar com poupança, pois mesmo com uma inflação baixa como temos agora, a poupança não é rentável do ponto de vista financeiro. O objetivo da coluna de hoje é dar dicas para você que consegue guardar um dinheirinho todo mês e quer investir.

Geralmente, a primeira reação de quem quer investir as economias é consultar o gerente do banco. Mas temos que lembrar que seu gerente oferecerá o que é bom para o banco, e não o bom para você. Isso não quer dizer que ele é um mau profissional, mas a própria instituição o limita na possibilidade de ofertas. Os rendimentos não apresentam uma performance boa e ainda incidem taxas administrativas, como as de carregamento e resgate.

Uma dica para fugir dos bancos tradicionais é buscar corretoras virtuais. Essas empresas oferecem baixas taxas de administração e (na maioria das vezes) não cobram taxas adicionais. Fique calmo, mesmo sem possuir agências ou pontos físicos, as corretoras digitais são reguladas pelo Banco Central e CVM (Comissão de Valores imobiliários) assim como os bancos tradicionais, seu dinheiro está seguro.

Procure investimentos que se encaixem no seu perfil. Hoje vou indicar alguns investimentos para quem tem o perfil mais conservador, não está disposto a arriscar e precisa de liquidez, ou seja, pode retirar o dinheiro quando precisar. 

FUNDOS DI: São fundos que investem em títulos públicos, emitidos pelo governo. O rendimento acompanha os juros de mercado. TESOURO SELIC: São títulos do governo com liquidez diária corrigidos pela taxa básica de juros da economia - SELIC. CDBs: Nessa modalidade você está emprestando dinheiro aos bancos, o rendimento médio é 95% do CDI.

Nas próximas colunas vou dar dicas para quem tem um perfil mais arrojado e está disposto a correr mais riscos. Boa Quarta e bons investimentos.

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