Dia do Trabalho

Direto de Brasília / 03/05/2018 - 00h25

No Distrito Federal, o feriado internacional do Dia do Trabalho, comemorado nesta terça-feira, foi marcado por muitas atrações musicais gratuitas para a população, em várias regiões administrativas. Uma delas foi a apresentação do cantor Renato Teixeira no teatro do Sesc-DF, em Ceilândia. No Cine Brasília, o espetáculo foi com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Além de música, a programação em homenagem ao Dia do Trabalho trouxe o 20º Show Cultural de Capoeira, com Grupo Grito de Liberdade, no Riacho Fundo. O evento acontece há duas décadas na capital federal.
 
Dia de protestos
Além das festas, o Dia do Trabalho também foi de protestos em Brasília. Manifestantes se reuniram na região central da capital federal, convocados pela Central Única dos Trabalhadores, em conjunto com a Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, pedindo justiça para a vereadora Marielle Franco, assassinada a tiros no Rio de Janeiro, e criticando a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba.
 
Dia histórico
A primeira festa nacional do Dia do Trabalho realizada no Brasil aconteceu em 1º de maio de 1959, promovida pelo presidente Juscelino Kubitschek, quando Brasília ainda estava em construção. No Planalto Central, os operários que trabalhavam de sol a sol deixaram de lado as ferramentas para se juntar a JK, no espaço onde hoje está a Praça dos Três Poderes. Durante a festa, JK desfilou em um jipe acenando e discursou no palanque erguido em frente ao local, onde ainda seria erguido o Congresso Nacional. No Arquivo Público do Distrito Federal, é possível consultar os detalhes desse dia histórico e as palavras pronunciadas pelo então presidente. 
 
Dia do Doutrinador 
As comemorações do Dia do Doutrinador, celebrado em 1º de maio, pela Ordem Espiritualista Cristã do Vale do Amanhecer, reuniram cerca de 5 mil fiéis em Planaltina, a 45 quilômetros do Plano Piloto. A data é especial, segundo a crença, para a renovação dessas energias e fortalecimento da fé dos seguidores da doutrina. 
 
Abaixo do mínimo
Apesar de a Constituição prever aplicação mínima em saúde de 15% da receita corrente líquida de 2017, somada à correção da inflação verificada desde então, o governo federal gastou em apenas dois terços do valor obrigatório para o primeiro trimestre de 2018. Pelo mínimo constitucional, a União deveria ter aplicado R$ 33,186 bilhões em despesas com saúde entre janeiro e março deste ano, mas o gasto executado foi bem menor, de R$ 20,853 bilhões.

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