No vermelho

Conversa Inteligente / 24/10/2017 - 00h06

Minas continua no vermelho. O déficit orçamentário do Estado pulou de algo em torno de R$ 4 bilhões em 2017 para mais de R$ 8 bilhões em 2018. O governo culpa a falta de crescimento econômico.

 
Mudança no primeiro escalão
Pensando em 2018, o governador Fernando Pimentel (PT) articula mudança no primeiro escalão. Secretários pré-candidatos já teriam sido comunicado das mudanças. A ideia é trocar os nomes mantendo a base política.
 
O déficit da Previdência
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência Social chega à reta final e o relatório para divulgar os dados oficiais será entregue em breve. Enquanto isso, novos levantamentos têm chegado à Comissão, em que mostram o real gargalo da Previdência, que não é o suposto déficit mas os erros, fraudes, sonegação e inadimplência que tiram todo ano cerca de R$ 184 bilhões do Regime de Seguridade Social.
 
Propaganda paga na internet
A reforma eleitoral, aprovada no Congresso Nacional e sancionada recentemente pelo presidente Michel Temer, traz mudanças importantes nas campanhas realizadas nos meios de comunicação. Uma delas é a liberação parcial de propaganda paga na internet. O tema levanta reflexões de especialistas na área de tecnologia e comunicação.
 
Lei dos agentes penitenciários
O primeiro item da pauta do Plenário do Senado, hoje, é a votação em segundo turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria as polícias penais federal, estaduais e distrital. Pelo texto, os agentes penitenciários passam a ter os mesmos direitos da carreira policial. Se aprovada, a PEC 14/2016 seguirá para a Câmara dos Deputados. A proposta, de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), acrescenta essas polícias ao rol dos órgãos do sistema de segurança pública e determina como sua competência a segurança dos estabelecimentos penais e a escolta de presos. Para o autor, além de igualar os direitos de agentes penitenciários e policiais, a intenção é liberar as polícias civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos.


Um político pensa na próxima eleição; um estadista, na próxima geração.
James Freeman Clarke

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