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Coluna Esplanada / 14/03/2018 - 00h10

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, hoje no PSD, é a cada dia mais candidato ao Palácio do Planalto. Caciques do MDB consultam líderes políticos e empresários sobre seu nome, conforme citou a coluna há dias, mas agora ficou latente esse movimento de levá-lo ao partido do presidente Michel Temer – este, tem rechaçado a ideia de reeleição. Se Meirelles topar, ele será o candidato do governo e pelo MDB. É uma forma de o Palácio rebater, com diplomacia, a candidatura de Rodrigo Maia (DEM).

Em campanha 
Rodrigo Maia será o principal convidado do ciclo de palestras com presidenciáveis que o Grupo Lide, criado por João Doria, promoverá no Copacabana Palace.
 
Pelos pampas
Maia pretende começar a sua campanha oficial pelo Rio Grande do Sul. Participará de um seminário da Revista Voto, em junho, em Porto Alegre, já como candidato.
 
Sem comício 
Lula da Silva reuniu-se com seus advogados no final de semana. Decidiu submergir até o julgamento de seus recursos e a eventual prisão.
 
O custo Maduro
Veja o quanto a crise política-econômica da Venezuela já reflete por aqui. O presidente Michel Temer liberou R$ 190 milhões em emergência para atividades das Forças Armadas em Roraima, na fronteira e na capital Boa Vista. Será para assistência emergencial e acolhimento, segundo a medida provisória 823, publicada na sexta.
 
‘Terroristas’ 
Pré-candidato a presidente do Brasil, o empresário Flávio Rocha (sem partido), dono da Riachuelo, fez ato no Rio Grande do Sul e declarou apoio ao projeto do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) que visa classificar o Movimento dos Sem-Terra e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto como grupos terroristas. 

Chapa quente
Senadores petistas querem que o governo recorra à Organização Mundial do Comércio contra decisão dos EUA de sobretaxar o aço e o alumínio. Lindbergh Farias (PT-RJ) defenderá que as comissões de Relações Exteriores e de Assuntos Econômicos façam reunião conjunta para discutir o assunto. 
 
Diplomacia 
Já o líder do governo, Romero Jucá (MDB-RR), defende diplomacia ao afirmar que as autoridades brasileiras já negociam com a Casa Branca para “resolver esse impasse”. 
 
Tornozeleira$ 
Mais de R$ 34 milhões saíram dos cofres públicos em 2017 para arcar com os serviços de instalação, manutenção e operacionalização de tornozeleiras eletrônicas usadas no monitoramento de presos em todo o país. 
 
Errou, paga
Em meio à agenda de segurança pública, deputados querem acelerar a tramitação do projeto que transfere aos condenados os custos do equipamento. O PL 8.806/17 foi aprovado no Senado e tramita na Comissão de Finanças da Câmara. 
 
Vem mais 
O governo prevê aumento nos custos das tornozeleiras em 2018. O Departamento Penitenciário Nacional informa que será aberto edital para investimentos nos estados que ainda não são financiados “no campo da monitoração eletrônica”: Amazonas, Amapá, Minas, Paraná e Rio Grande do Sul. 

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