A conta de luz preocupa a população. A cada aumento, as famílias buscam alternativas para diminuir o preço da conta, como reduzir o tempo do banho, trocar lâmpadas incandescentes por LED substituir equipamentos com maior gasto de energia, entre outras. 

Mas, não é só a população que pensa nisso, as gestões públicas têm buscado maneiras de também diminuir a fatura. Belo Horizonte, por exemplo, optou por substituir as lâmpadas de vapor de sódio por aquelas com tecnologias LED. Essa troca vai poupar em torno de R$ 25 milhões para os cofres da capital mineira.

Economizar é a palavra do século. Talvez por isso o LED seja o mais cotado no momento. Entre seus benefícios estão o baixo consumo de energia e vida útil longa, entre 20 mil e 50 mil horas, não emitir as radiações IV/UV, o que evita danos à pele e não oferece risco de fogo, explosão ou eletrocussão.

Apesar das muitas vantagens, essa tecnologia possui um preço um pouco mais elevado que os outros tipos de lâmpadas. Porém, elas compensam quando a conta chega, já que a economia pode atingir 30% em relação às fluorescentes e 90% em relação às incandescentes. 

Outro importante ponto é o fato de não possuir, em sua composição, metais pesados como o mercúrio e o chumbo, então não há a necessidade de um descarte específico, como acontece com as lâmpadas fluorescentes.

É importante ressaltar que, quando colocamos em discussão os benefícios do LED, devemos levar em consideração sua utilidade para todos os fins. Afinal, a iluminação, seja ela pública ou privada, é essencial para garantir uma maior qualidade de vida nos grandes centros urbanos. 

Em residências, é essencial para manter a organização do lar, pois sem luz seria impossível fazer atividades como estudar e cozinhar. Em vias públicas, atua como instrumento que permite a seus habitantes desfrutarem do espaço público a qualquer hora da noite. 

Além de estar diretamente ligada à segurança pública, diminuindo e prevenindo a criminalidade também facilita o tráfego ao servir de orientadora para trajetos e pistas.

Por fim, é importante lembrar que, desde a aprovação da legislação que proíbe a fabricação e distribuição das lâmpadas incandescentes, em 2010, houve uma campanha na busca por alternativas. Com isso, um grande passo foi dado para a economia de eletricidade. 

Procurar e pesquisar por energias e produtos alternativos para diminuir gastos e ajudar na preservação do meio ambiente é o fundamento para que cidadãos e administrações públicas possam traçar novos rumos para o futuro da iluminação pública e da privada. 

O próximo passo, com certeza, poderia ser pensar na trajetória das lâmpadas desde sua fabricação até seu descarte, para assim contemplar não só a energia, mas também o que a provê.