O início do período chuvoso fez crescer a vegetação em praças e canteiros da cidade. Sem capina, o mato toma conta de espaços públicos, fazendo com que a população cobre da prefeitura agilidade na limpeza dessas áreas de lazer. 

A dona de casa Vilma Mendes mora na Vila Regina e diz que a Praça Itapetinga, na divisa com o bairro Alto São João, tinha tudo para ser um ponto de encontro familiar e agradável, mas está sendo alvo de descaso. 

“É muito triste ver isto acontecendo. A praça está abandonada, suja e descuidada. Sinceramente, é lamentável” desabafa. 

O estudante Matheus Gonçalves costuma aguardar o ônibus na Praça Itapetinga e diz que não se sente seguro no local no período noturno. 

“Ninguém tem coragem de caminhar ou esperar o lotação à noite aqui na praça. Por mais que ela seja perto de um posto policial, o sentimento de insegurança fala mais alto” relata Matheus.

O pedreiro Rogério Souza está trabalhando próximo à Praça Doutor João Alves, no Centro, e diz ficar desapontado ao presenciar o mato tomando conta do local. Ele cobra um maior comprometimento da atual administração com a limpeza e preservação do espaço.

“Nesse período chuvoso é comum o mato crescer rapidamente, então cabe à prefeitura dar manutenção nos locais enquanto a população colabora zelando por aquilo que é nosso” diz Rogério. 

A redação de O NORTE tentou um posicionamento da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, responsável pela conservação das praças do município, para saber a posição da prefeitura em relação às queixas da população e se há alguma medida prevista para amenizar o problema, mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.