O potencial energético da região Norte e Noroeste de Minas Gerais também está no “radar” dos negócios da Efficientia, empresa do grupo Cemig. Para 2018, a companhia está preparada para investir cerca de R$ 30 milhões em empreendimentos de geração distribuída, em usinas com capacidade de até 5 quilowatts. 

Segundo o presidente da companhia, Alexandre Heringer, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio das resoluções 482 e 687, ampliou os limites para os empreendimentos de geração distribuída nas modalidades fotovoltaica, PCH (até 3 megawatts), biomassa, biogás, eólica e de geração qualificada.

“Nossa previsão para 2018 é chegar em dezembro com 20 megawatts já instalados. Vamos construir as usinas por meio de parcerias, que já estão em negociação. A Efficientia ficará com 49% das ações para garantir uma gestão de empresa privada, com agilidade na tomada de decisões e, também, financiamentos”, disse Alexandre Heringer.
 
MÃO DE OBRA
Uma usina fotovoltaica custa em média R$ 25 milhões. Com aportes compartilhados, o número de empreendimentos pode aumentar.

Segundo o executivo, empreendimentos do gênero geram benefícios para as regiões contempladas. “As usinas levam desenvolvimento porque qualificam a mão de obra local, incrementam os negócios imobiliários e, após a instalação, mantém equipes de profissionais responsáveis pela operação e manutenção no local”, argumentou o presidente da companhia