Os mata-matas entre Atlético e Cruzeiro neste século só não aconteceram em 2003, 2010, 2012 e 2016, sendo que em 2014 foram disputados dois confrontos de ida e volta entre os maiores rivais do futebol mineiro.

E essa história começa com duas semifinais seguidas da extinta Copa Sul-Minas, em 2001 e 2002. O Cruzeiro não só foi o vencedor das duas, como nas decisões, contra Coritiba e Atlético-PR, respectivamente, levantou a taça da competição que é precursora da Primeira Liga, que não será disputada nesta temporada, depois de ter edições em 2016 e 2017.
 
QUINA
Depois disso, os cruzeirenses completaram a quina nos mata-matas contra o Atlético vencendo a decisão do Campeonato Mineiro de 2004 e as semifinais do Estadual de 2005 e 2006, anos em que fez a decisão com o Ipatinga, perdendo a primeira e vencendo a segunda.

A primeira vitória atleticana num mata-mata diante do maior rival, neste século, foi na decisão do Campeonato Mineiro de 2007.

Após levar a melhor na famosa final do “Gol de Costas”, marcado pelo centroavante Vanderlei no goleiro Fábio, o Atlético amargou uma trinca do rival, campeão mineiro em 2008, 2009 e 2011, sendo que nos dois primeiros anos ainda sofreu goleadas de 5 a 0 nas partidas de ida das decisões. Esses são os maiores placares do clássico no Gigante da Pampulha.

Em 2011, com Mineirão e Independência em obras por causa das Copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014), a Raposa levou a melhor na única final de Estadual contra o Galo disputada no interior, pois os dois jogos aconteceram na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
 
VANTAGEM
Com as novas arenas, o Atlético passou a levar a melhor no confronto. E no domingo pode decretar, nos mata-matas contra o Cruzeiro a partir de 2013, um 5 a 1.

Para a Raposa, não perder mais uma taça para o maior rival, dentro do Mineirão, é questão de honra. Com certeza, estará em jogo no próximo domingo, no Gigante da Pampulha, muito mais que apenas o título mineiro de 2018.